De todas as estratégias em uso no mercado, a entrevista é a que tem dado melhores resultados e se mostrado cada vez mais adequada às necessidades de seleção.

Mas por que esta importância?

Em primeiro lugar, porque a entrevista é uma forma insubstituível de relacionamento profissional, que permite ao entrevistador ter um contato direto com o candidato, numa situação real muito próxima do cotidiano das empresas. E, em contrapartida, permite que o candidato aja de modo a interferir na sua avaliação demonstrando suas qualidades e seu potencial.

Assim, fica fácil entender qual o objetivo central de uma entrevista, que é: permitir a dois profissionais (o entrevistador e você, candidato) avaliar até que ponto os objetivos de ambos (de um lado encontrar um determinado tipo de profissional, de outro encontrar uma empresa satisfatória) coincidem ou não.

Como você pode ver, a diferença entre a entrevista e os demais testes / estratégias de seleção é que nela sua participação pode ser proativa e, nem a forma de abordagem, nem os resultados podem ser totalmente esquematizados previamente, podendo ser alterados pelo entrevistador, mas também por você, como candidato, durante o desenvolvimento.

A entrevista também se diferencia das demais estratégias pela sua mobilidade e flexibilidade, já que pode ser realizada em qualquer momento do processo de seleção e com várias abordagens e níveis de profundidade, além de exigir menor tempo de desenvolvimento e análise (em regra geral, uma entrevista tem resultado imediato, notadamente quando o entrevistador a tiver estruturado previamente), o que significa menor custo e maior agilidade.