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Entrevista
Exploratória
É o tipo mais vago.
O entrevistador tanto pode ser uma pessoa de recursos humanos,
como um profissional de sua área, de seu nível ou superior
(inclusive seu futuro chefe).
O foco não é muito definido (por questões estratégicas ou
mesmo por deficiência da estruturação da entrevista) e pode
ir desde questões técnicas até questões de ordem pessoal.
O certo é que esta entrevista (seja ela preliminar ou mesmo
um segundo contato) tem o objetivo de fazer uma sondagem,
uma exploração do tipo de perfil dos candidatos. Como é a
menos objetiva quanto ao foco de atenção, pode se caracterizar
como a mais difícil para o candidato, por não lhe dar condições
de definir uma linha única de atuação.
Assim, se o foco é múltiplo, múltiplas também devem ser suas
facetas profissionais. Para uma questão técnica, seja técnico
(o que não significa aridez ou rigidez, e muito menos o uso
de "tecniquês"); para uma questão pessoal, seja pessoal, ou
seja, relacione-se com o entrevistador de igual para igual.
Não procure encontrar o "eixo" da entrevista (pode ser que
nem haja eixo !) muito menos o nexo lógico entre as questões
(pode ser que estejam desconectadas por mero acaso), procure
antes estabelecer uma relação de entrevista produtiva e flexível.
Sinta-se a vontade, mesmo que o entrevistador aborde assuntos
que você julga desnecessários ou não relacionados ao cargo.
Aproveite a oportunidade e explore você também o entrevistador
e a empresa dele.
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