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  • Encarregado de Recursos Humanos -
    Atendimento á clientes e fornecedores, conferência, entrega e organização de documentos; Controle de benefícios, controle de rotatividade e absenteísmo, recrutamento e seleção de candidatos e demais atividades. Experiências: Experiência como Encarregado de RH. Conhecimentos: Superior completo ou em andamento avançado, preferencialmente na área contábil. Regime de Contratação: - A combinar Informações Adicionais: Residir em Balneário Camboriú(SC) ou cidade vizinha; Preferencialmente do sexo masculino. Salário: 2500,00 Balneario Camboriu - SC
  • Auxiliar de Carga e Descarga -
    Carga e descarga de caminhões; Conservação do armazém CTCR; Entre outros. Experiências: Experiência com Carga e Descarga. Regime de Contratação: - A combinar Informações Adicionais: Ter disponibilidade para trabalhar durante a noite. Americana - SP
  • Vigilante -
    Vigiar dependências da organização com a finalidade de prevenir, controlar e combater delitos como porte ilícito de armas e munições e outras irregularidades; Zelar pela segurança das pessoas, do patrimônio e pelo cumprimento das leis e regulamentos a fim de evitar a ação de delinquentes; Recepcionar e controlar a movimentação de pessoas em áreas de acesso livre e restrito; Fiscalizar pessoas, cargas e patrimônio; Comunicar-se via rádio ou telefone e zelar pela qualidade dos serviços da empresa, trabalhando de acordo com normas e procedimentos de segurança; Comunicar, ao seu superior hierárquico, quaisquer incidentes ocorridos no serviço, assim como quaisquer irregularidades relativas ao equipamento que utiliza, em especial quanto ao armamento, munições e colete balístico; Utilizar apenas em serviços uniforme e equipamentos de trabalho autorizado;Fiscalizar o cumprimento de todas as normas contidas nos regimentos da empresa; Trabalhar seguindo as normas de segurança do trabalho. Experiências: Experiência como segurança ou na área militar. Conhecimentos: Curso de Formação de Vigilantes. Regime de Contratação: - A combinar Informações Adicionais: Escala 12x36. Ter CNH "A". 30% de Periculosidade (R$ 309,77); Indenização Infra-Jornada (R$137,29). Salário: 1032,58 Anapolis - GO
  • Cozinheiro(a) -
    Atuar no preparo de alimentos. Experiências: Experiência como cozinheira. Regime de Contratação: - A combinar São Paulo - SP
  • Ajudante de Produção -
    Executar trabalhos de natureza simples nas linhas de produção, prestar suporte ao setor e organizar o local de trabalho. Experiências: Com ou sem experiência. Regime de Contratação: - CLT Americana - SP
  • Auxiliar de Limpeza -
    Atuar na higienização nas dependências da Empresa; Controle dos materiais de limpeza e demais utensílios. Experiências: Experiência como Auxiliar de Limpeza. Regime de Contratação: - A combinar Jundiaí - SP
  • Auxiliar de Escritório -
    Consolidação de pedidos e coordenação de coletas, cotações e tratamento das ocorrências de transportes; Atualização no sistema de gerenciamento de transporte; Montagem de cargas, emissão de notas fiscais, rastreamento de cargas e baixas de canhotos; Elaborar e monitorar rota diária dos motoristas, averiguação de itinerário; Controle de carregamento e comprovantes de entrega, marcaçã e registros para veículos de chegada para carga e descarga, recebimento de documentos dos motoristas ( notas fiscais, CTRCs, reembolsos,etc); Conferência de CRTCs e cálculo de fretes; Conhecimento básico no setor fiscal. Experiências: Experiência na área. Conhecimentos: Informática ( conhecimento e prática em excel, word ), em software de sistema integrado; Nível superior ou cursando administração empresa ou logística; Ser comunicativo, dinâmico, focado e trabalhar em equipe. Regime de Contratação: - CLT Informações Adicionais: Salário: Inicial - R$ 1.184,00 e após 90 dias R$ 1.292,00; Residir em Ferraz de Vasconcelos, Póa, Suzano, Itaim ou Guaianazes. São Paulo - SP
  • Auxiliar Administrativo -
    Auxiliar na atualização de cadastro e tarefas administrativas para trabalhar na área de cadastro. Experiências: Experiência como Auxiliar Administrativo. Regime de Contratação: - CLT Americana - SP
  • Operador de Injetora -
    Atuar com operação de injetora. Experiências: Experiência como Operador de Injetora. Regime de Contratação: - A combinar Informações Adicionais: Disponibilidade para trabalhar no 3º turno. Americana - SP
  • Serralheiro de Aluminio -
    Atuar com corte,medições de peças, montagem, instalação de esquadrias de alumínio. Experiências: Com experiência Serralheiro de Aluminio Conhecimentos: Ensino Médio Completo. Regime de Contratação: - CLT Informações Adicionais: Horário: Sábado 08:00 a 16:00 São Paulo - SP
  • Vendedor(a) -
    Recepcionar o cliente, demonstrar e vender produtos, orientar, informar e agendar com clientes, organizar pedidos, e verificar possíveis descontos ou promoções que podem ser oferecidos. Experiências: Experiência na função de Vendedor(a). Conhecimentos: Curso de Atendimento ao Cliente; Conhecimento em Informática e pacote Office. Regime de Contratação: - CLT Informações Adicionais: Sábados das 8 às 13 horas. Disponibilidade de Horário. Comissão sob vendas. Salário: 724,00 Anapolis - GO
  • Projetista de Móveis -
    Desenvolvimento de projetos de móveis. Experiências: Experiência em TopSolid. Conhecimentos: Ensino Médio Completo. Regime de Contratação: - CLT Indaiatuba - SP
  • Supervisor de Cobrança -
    Atuar como Supervisor de equipe de cobrança de veículos. Experiências: Experiência com cobrança de veículos. Conhecimentos: Ensino Médio Completo. Regime de Contratação: - CLT Informações Adicionais: Horário aos sábados das 8:00 as 13:00. Salário: 1600,00 São Paulo - SP
  • Ajudante de Marceneiro -
    Serviços de corte e montagem de peças. Experiências: Possuir alguma experiência com marcenaria. Conhecimentos: Ensino Fundamental Completo. Regime de Contratação: - CLT Indaiatuba - SP
  • Advogada -
    Atuar no atendimento à clientes, cobrança e execução, coordenação de equipe de advogados, assistente jurídica. Experiências: Com ou sem experiência. Conhecimentos: Ensino superior Completo. Regime de Contratação: - A combinar São Paulo - SP
  • Auxiliar de Cozinha -
    Corte e pré-preparo de alimentos; Limpeza e organização da cozinha; Auxiliar o cozinheiro no preparo das refeições, e demais atividades. Experiências: Experiência na área. Conhecimentos: Ensino Fundamental Completo. Regime de Contratação: - CLT Indaiatuba - SP
  • Vendedor(a) -
    Atender clientes no balcão, identificando suas necessidades e orientando-os com todas as informações necessárias sobre os produtos disponíveis e sua adequada utilização. Observar as práticas da concorrência quanto a preços, ofertas, etc, apresentado sugestões para incrementar as vendas. Analisar sugestões dos clientes sobre o atendimento recebido da loja e os produtos oferecidos; Manter-se bem informado quanto às condições de vendas da empresa e como se comparam com as condições da concorrência; Anotar as consultas de clientes relacionadas com mercadorias não disponíveis em estoque; Consultar cheques e/ou crédito de clientes junto ao setor ou sistema de cadastro, para atendimento de pedidos; Conferir devoluções de produtos e providenciar o cancelamento da respectiva nota fiscal; Consultar o departamento de compras sobre margens no caso de compra de produtos efetuada pela loja para completar pedidos de clientes; Verificar a falta de produtos na área de vendas e solicitar a sua reposição; Anotar reclamações apresentadas pelo cliente em relação a preço, produto e atendimento. Experiências: Desejável experiência com Materiais para Construção. Conhecimentos: Curso de Atendimento ao cliente; Conhecimento em informática e pacote Office. Regime de Contratação: - CLT Informações Adicionais: Alimentação e comissão. Sábados até às 12 horas. De R$ 2.000,00 até 2.500,00. Anapolis - GO
  • Estagiário de Loja -
    Venda e Pós Venda. Realização de Procedimentos via sistemas. Conferência de documentação e preenchimento de contratos. Atendimento ao Cliente. Experiências: Experiência na área. Conhecimentos: Curso técnico em Administração; Inglês Básico; Conhecimento em sistemas de rede e software. Regime de Contratação: - CLT Salário: 550,00 Curitiba - PR
  • Montador(a) -
    Trabalhar em calderaria, montagens de tanques e estruturas, interpretação de desenhos mecânicos, metrologia e soldagem. Experiências: Curso de solda ou conhecimento na função, em montagem de calhas, telhas ou estruturas metálicas, uso de furadeira, esmerilhadeira, parafusadeira. Conhecimentos: 1º Grau completo; Com conhecimento em mecânica, metrologia e soldagem. Regime de Contratação: - CLT Blumenau - SC
  • Técnico em Eletrônica -
    Fazer reparos ou ajustes de componentes. Testar o funcionamento de equipamentos eletrônicos (Relógio, Catraca, Cancela, Torniquete entre outros) para identificar disfunções. Inspecionar componentes para detectar perda de conexões e desgaste de fios. Participar da programação de equipamentos, com o auxílio de recursos da informática. Realizar a manutenção preventiva e corretiva dos aparelhos por meio de medições, calibrações e testes. Experiências: Experiência na área. Conhecimentos: Ensino Médio Completo. Curso Técnico em Técnico em Eletrônica. Regime de Contratação: - CLT São Paulo - SP

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  • Empregos Inusitados: entrevista com uma ex-vendedora de churro e ostra

    Empregos Inusitados: entrevista com uma ex-vendedora de churro e ostra

    Finalizando nossa série sobre empregos inusitados, publicamos hoje nossa última entrevista. Ao contrário de todas as outras, que versavam sobre profissões e áreas pouco celebradas ou comentadas, nossa conversa com Leticia Conca, estudante de design gráfico na Universty Of Arts London, aborda um emprego aparentemente comum: o de vendedora - que de "comum", no caso dela, tinha apenas a função de vender, tendo em vista que, no passado, ela vendia... Ostras e churros! Leia abaixo a entrevista que fizemos com ela. Leticia, você já vendeu churros e ostras, e hoje estuda design e mora em Londres. Sua carreira é o que a gente pode chamar de inusitada. Sempre foi assim? Qual foi seu primeiro emprego? Meu primeiro trampo foi no Brasil, mais precisamente em Santo André (onde nasci). Eu tinha 17 anos e trabalhava numa lojinha de conveniência do posto de gasolina perto da minha casa... Hahaha. Falando sobre sua experiência como vendedora, como que as pessoas reagem quando você conta que vendia produtos tão incomuns? Quando eu menciono churro e ostra os brasileiros realmente ficam com cara de "hãn???" e quando digo que vendia o churro no meridiano de Greenwich, a coisa se torna ainda mais insólita e surreal, mas acontece que o mercado onde eu vendia churro era mesmo ao lado de onde tem o famoso meridiano. O trampo das ostras também desperta interesse nas pessoas, principalmente em saber se eu não ficava com cheiro de peixe nas mãos o dia inteiro e se eu vendia champagne junto com as ostras (o que não acontecia, já que eu vendia as ostras num mercadinho super hipster de Londres e vender champagne seria "bourgeois" demaaaais pra hipsteraiada, haha). Aliás, o que te levou a trabalhar com isso? Você gostava? Te digo sinceramente que trabalhar com o público não é a coisa que mais gostei de fazer da vida, viu? Não é muito pra mim porque não tenho paciência pros melindres dos clientes. Mas eu tenho uma coisa muito boa: eu disfarço muito bem. Então meus chefes sempre elogiaram a forma como eu atendia, diziam que eu era super educada e simpática, mas era tudo fachada - risos. Eu escolhi esses trabalhos por falta de outra oportunidade. Na época eu não apenas era estrangeira e morava fora do Brasil, como meu inglês ainda não era perfeito (era bom o suficiente pra servir clientes, mas não bom o bastante para trabalhar em um escritório ou algo que exigisse mais vocabulário). Então eu pegava qualquer emprego que aparecesse. E dava dinheiro? Dava muito dinheiro... Principalmente pros meus chefes! Pra mim dava o suficiente pra pagar meu aluguel, comer, e dar uma saidinha com os amigos de vez em quando. Mas você se divertia sendo vendedora? Qual era a pior e a melhor coisa de fazer o que você fazia? A pior coisa em trabalhar como vendedora são os clientes. E a melhor coisa também. Porque ao longo de um dia de 8 horas vendendo você acaba conversando com todo o tipo de gente: gente bacana, simpática, educada, etc, e também com gente grossa, intransigente, esnobe, etc. É um excelente exercício pra se aprender a lidar com todo tipo de pessoa e se tornar uma pessoa mais flexível e aberta. Qual sua formação? Na época que você vendia ostra e churro você estudava? Tinha feito algum curso específico sobre venda? Na época em que eu vendia as ostras e os churros eu tinha apenas a faculdade de Ciências Sociais incompleta no Brasil (deixei o curso no meio do segundo ano e vim embora pra Londres). Eu nunca fiz nenhum curso de vendas... Tinha feito curso de Bartender no Senac mas trabalhei apenas uma vez como bartender por menos de um mês. Já rolou alguma história ou situação muito engraçada que você lembre com carinho até hoje? Olha, aconteciam muitas coisas engraçadas na barraca do churro porque o chefe era uma figura... Mas acho que a história que melhor me lembro não é engraçada e aconteceu na barraca das ostras. Logo no começo eu tinha muita dificuldade pra abrir as ostras: meus braços e dedos doíam. Então eu cheguei para a gerente e disse pra ela "será que você poderia me dar uma faca diferente? Essa daqui parece estar meio ruim para abrir as ostras". A gerente, uma inglesa de pouquíssimos amigos, virou pra mim e disse "um trabalhador ruim sempre coloca a culpa nas ferramentas que usa" (a bad workman always blames his tools). Na hora eu fiquei com muita raiva dela, mas hoje em dia percebo como ela tinha razão no que disse pois afinal de contas não havia nada de errado com a faca, eu é que não tinha a prática e o jeito de fazer a coisa... mas depois de muitas ostras, aprendi a manha e abria tudo rapidinho, sem problema nenhum! por: Thiago Dantas. Veja aqui vagas de empregos para a área de...

  • Empregos Inusitados: entrevista com uma professora de dança

    Empregos Inusitados: entrevista com uma professora de dança

    Dando prosseguimento a nossa série de matérias sobre empregos inusitados, conversamos hoje com uma professora de dança. A dança é uma das artes mais antigas e interessantes que se tem notícia. Sem precisar de nenhum suporte além do próprio corpo de quem executa, a dança encanta por seus movimentos, sua simbologia, e por ser uma atividade física divertida e leve. Para muitos, o ato de dançar é apenas um passatempo. Mas não para Mychelle Dantas, uma carioca que tem em suas veias dom e talento, que se apresentou na cerimônia de encerramento da última Copa do Mundo, e que fez da dança sua profissão. Leia abaixo a entrevista que fizemos com ela. Como é trabalhar com algo tão... Diferente? Olha, trabalhar com dança é o que me move, literalmente. Nos dias mais cinzas, em que não quero levantar da cama, o senso de responsabilidade pelas pessoas e o papel da dança na vida delas é o que me guia. E com isso, a dança me transforma, porque ao exercer esta mudança positiva na vida do outro, tenho ela de volta na minha. E como as pessoas, em geral, encaram sua profissão? Qual é a primeira reação que elas tem quando você conta como ganha a vida? Há duas reações principais, muitas vezes tidas em conjunto; "você trabalha com dança e faz mais o que?","nossa, mas você é tão inteligente?" "não é uma coisa certa, né, e no futuro?"... E também costumam dizer "que show!", "quem dera se eu pudesse trabalhar com o que gosto!", "você que é feliz!"... Você é feliz mesmo? Qual a melhor e qual a pior coisa de ser uma professora de dança? A melhor coisa é ver o que está ensinando acontecendo na hora, e ter o feedback positivo dos alunos em forma de carinho e gratidão. Talvez a pior é a dureza encontrada nas artes, falta de valor financeiro que leva a uma vida oscilante em vários quesitos. Pois é. Ainda bem que você tocou nesse assunto. É possível viver de arte? Ensinar as pessoas a dançar dá dinheiro? Se arte no Brasil dá dinheiro? A dança é a prima pobre das artes, e a dança de salão é a prima pobre da prima pobre. Existem algumas tabelas nos Sindicatos que visam determinar um piso salarial, mas dificilmente elas são praticadas. No mundo real se trabalha muito com porcentagem, e os valores variam de estado a estado... Se adaptando, dá até pra viver modestamente. Falando sobre o mercado de trabalho, ele está favorável para professores de dança? Qual sua formação? E quais são os requisitos que o mercado exige para quem deseja entrar nessa área? Sempre existe trabalho; mas também há quem não queira pagar honestamente e quem aceite qualquer vintém. Sobre a dança em si, por ser uma profissão nova, embora tenha registro no Ministério do Trabalho, ela ainda é de certa forma informal. Existe faculdade de dança, porém, sem ênfase em dança de salão. São mais cursos livres. Eu fiz um Curso de Extensão em Dança de Salão que foi uma iniciativa da Associação Nacional de Danças de Salão. Esse curso contou com diversos profissionais que atuam em universidades e matérias complementares a dança, que iam de História da Arte a Psicomotricidade. E como você virou professora de dança? A dança fez parte dos meus sonhos de Sessão da Tarde dos anos 80 e seus filmes no tema. Fiz um pouco na escola, mas era caro para realidade da família, então a continuidade e principalmente as apresentações não cabiam no orçamento, deixei pra lá. Eu tive uns problemas sérios no trabalho (trabalhava no comércio) e fiquei deprimida, então resolvi mudar de ramo. Encontrei uma vaga de recepcionista, fui e era uma escola de dança. Era ótimo estar naquela ambiente, mas poucos meses depois que entrei o apartamento da minha família pegou fogo, então tive que mudar mais uma vez de emprego para ajudar na reconstrução. Nisso a academia fez uma festa para me presentear com enxoval e coisas que perdi, e o dono ofereceu aulas gratuitas para eu relaxar a noite. Na primeira eu fugi, não me sentia capaz. Depois ele insistiu, eu voltei e em outra modalidade exercia muito bem minha memória e capacidade de transmitir o aprendido, então ele me ofereceu uma bolsa de estudos e não parei mais. E pensar que um ano antes, assistindo Dirty Dancing, enquanto pensava "é, a dança vai ficar para próxima vida!"... E hoje em dia cheguei a dançar no Maracanã no encerramento da Copa do Mundo. Dá pra acreditar? por: Thiago Dantas. Cadastre seu currículo na Manager Online e tenha acesso a milhares de vagas de...

  • Empregos Inusitados: entrevista com um sinalizador ambiental

    Empregos Inusitados: entrevista com um sinalizador ambiental

    Há coisas tão presentes em nosso cotidiano que a gente mal nota. Detalhes que nos acompanham por nosso caminho diário, que nos seguem em elevadores e, às vezes, em cinemas e locais de lazer. Detalhes que, de tão acostumados que estamos, se tornam invisíveis. É curioso pensar que alguns deles tem como função justamente o oposto: tornar visível, ou melhor, perceptível as coisas para quem possui alguma deficiência visual. Seguindo nossa série de entrevistas com profissionais que trabalham em atividades tidas como "inusitadas", conversamos com Lucas Costa, um paulistano, que é bacharel em desenho industrial, e especialista em fazer placas de sinalização ambiental.   Lucas, o que você faz exatamente e onde você trabalha? Trabalho em uma empresa de sinalização ambiental (e tenho que explicar aqui que não tem a ver com ecologia, e sim com placas de sinalização como aquelas que encontramos nas estações de metrô) no setor de acessibilidade. Os clientes entram em contato com a empresa e o meu trabalho é a partir da identidade visual deles desenvolver uma sinalização para pessoas com deficiência visual. Tenho que seguir as especificações das normas da ABNT 9050 em todos os trabalhos, quase como em um TCC mas com menos pressão. Normalmente é tranquilo porque a maior parte é adequação, mas às vezes surge a oportunidade de criar layouts do zero - ou quase - a partir de especificações que o cliente envia. Como as pessoas reagem quando você conta o que faz? "Como assim?", "sério isso?" e "me explica melhor", geralmente é o que escuto quando conto que trabalho com braille. Pra mim é ótimo porque sou tímido e quando não conheço alguém já é assunto para quebrar o gelo, haha. Qual sua formação? E quais são os requisitos que o mercado exige para quem deseja entrar nessa área? Sou Bacharel em Desenho Industrial(PV) pela UEL (basicamente: design). Caí de paraquedas na profissão, mas pelo que aprendi fazendo o importante é ter uma boa capacidade de síntese visual, ou seja tem que saber fazer um projeto gráfico. Saber interpretar normas técnicas e estar prestando atenção em detalhes e medidas. As máquinas de gravação possuem programas próprios e acho que não tem cursos para isso, a primeira (que era uma máquina pequena, dava até pra ter em uma oficina casa) aprendi mexendo e a segunda (já tamanho industrial) com um técnico que veio dos Estados Unidos fazer a instalação. E  desde quando você trabalha com sinalização em braille? Estou há dois anos trabalhando com isso, não sabia nada e nem fiz curso quando comecei. Na verdade, eu ia trabalhar como arte-finalista e acabou que precisavam de alguém para cuidar desta parte da empresa... E como eu conseguia me virar assumi o setor. Como está o mercado hoje para profissionais como você? Nossos maiores clientes são as construtoras. Faço trabalhos para várias regiões do Brasil, porém é um serviço tão específico que a não ser que você já tenha contatos dentro deste negócio não vale a pena investir muito. Um projeto realizado vai levar algumas décadas para ser trocado ou reparado. Na minha opinião existem poucos profissionais no Brasil, mas o suficiente para atender a demanda. E dá dinheiro? Dá dinheiro não! Basicamente é um trabalho de operador gráfico. Aqui na firma ainda acumulo mais umas funções... Qual a melhor e a pior coisa de fazer o que você faz? Melhores coisas: é um serviço simples, tenho certa estabilidade dentro da firma e posso brincar com layouts de vez em quando. Piores coisas: discutir com engenheiros e arquitetos sobre o que seria mais prático para um usuário com deficiência. por: Thiago Dantas. Acesse o site da Manager Online e inclua seu...

  • Empregos Inusitados: entrevista com uma jornalista de celebridades

    Empregos Inusitados: entrevista com uma jornalista de celebridades

    Há quem diga que a profissão dos jornalistas é uma das mais importantes de todas - afinal, é através de profissionais da área que as pessoas comuns tomam conhecimento dos fatos que ocorrem ao redor do mundo, se informam e constroem seus pensamentos e filosofias. Dentro desse universo, há um grupo bastante especial que atua sob um prisma que, para alguns, é superficial e limitado, mas que é, para a maioria, divertido, leve e interessante. Estou falando sobre os jornalistas de celebridade - que, entre outras coisas, cobrem o dia a dia dos famosos e noticiam, mais do que qualquer outra coisa, temas de interesse humano. Para entender melhor esse segmento da profissão (não, não é fofoca), conversamos com Bárbara Vieira - uma jornalista que trabalha em um dos maiores sites do gênero no país.   Como as pessoas reagem quando você conta o que faz? Imagino que por ser algo pouco ortodoxo as pessoas fiquem interessadas, talvez com cara de "hãn?"... Isso acontece muito? Você acha que sua profissão é mal vista? A maioria acha divertido, interessante. Acho que o jornalismo de celebridades tem ganhado espaço nos últimos anos, as pessoas têm percebido que ler sobre o assunto não as torna menos inteligente. Mas algumas pessoas ainda acham que é um tipo de jornalismo menor, sim, e já cheguei a ouvir que eu sou capaz de apresentar programas de TV ou escrever sobre assuntos mais "sérios", como se o que eu fizesse fosse mais fácil ou menos valorizado. E seu dia a dia é fácil? Conta um pouco da sua rotina de trabalho. Trabalho oito horas por dia numa redação, com uma hora de intervalo para almoço. Como é site, a escala de horários é bem respeitada. Uma vez por mês, no mínimo, há um plantão no final de semana, de forma que trabalho, às vezes, 12 dias direto, sem folga. Também não tem folga em feriado, seja Natal, Réveillon, ou nos jogos da Copa. Fora isso, nossas fontes procuram a gente nos horários mais improváveis: aos sábados à noite, por exemplo, eu sempre recebo um whatsapp de algum personagem... E dá dinheiro? Não é uma profissão para quem quer ganhar bem, definitivamente. O piso é R$ 2.300,00 para 5 horas de trabalho e R$ 3.700,00 para 7, mas não é raro que paguem bem menos por aí. Fora que as empresas de comunicação têm cada vez mais investido em contratos de PJ (pessoa jurídica) em detrimento dos contratos CLT. Como você caiu nesse mundo? Fiz um curso sobre jornalismo prático e popular com a editora de economia do Agora SP em 2009. Ela gostou do meu texto e me chamou pra fazer um teste no grupo Folha. Passei e fui trabalhar lá. Qual sua formação? E quais são os requisitos que o mercado exige para quem deseja entrar nessa área? Minha formação é em Letras na UNESP (Universidade Estadual Paulista). Não é muito comum entrar no jornalismo sem ter formação na área, ainda que a exigência do diploma esteja em suspenso por enquanto, porque os próprios jornalistas têm muito preconceito contra quem não tem o diploma na área. Como está o mercado hoje para profissionais como você? Aquecido? Saturado? Carente de profissionais? Volta e meia acontecem uns cortes nas empresas. Há alguns anos o mercado está saturado, há a inegável crise do jornalismo impresso e os sites têm sobrevivido com cada vez menos pessoas fazendo mais coisas. Para quem está começando, está difícil mesmo, mas também tenho visto bons profissionais, com experiência, que recebem convites e trocam de emprego porque há uma demanda, sim. Qual a melhor e a pior coisa de ser uma jornalista de celebridade? É muito legal estar em contato com tantas pessoas diferentes todos os dias. Contar boas histórias, revelar a pessoa por trás da menina que faz tudo pela fama, por exemplo. É um tipo de jornalismo de entretenimento, divertido de ler, e portanto de fazer. O pior é o pior da profissão como um todo, escala de trabalho pesadas, trabalhar no Réveillon, estar numa megafesta a trabalho... Tem alguma história engraçada que você se orgulhe de ter coberto ou algo inusitado que aconteceu enquanto trabalhava? Não tem uma pessoa não tenha ouvido a história da Geisy Arruda, que disse que o que ela tinha "era uma couve-flor, não uma vagina" antes de fazer a cirurgia íntima. Foi um furo meu a entrevista que ela deu falando sobre isso. Depois que saiu no site em que trabalho, a Geisy me contou que todos os outros veículos de imprensa começaram a ligar pra ela querendo que ela repetisse a mesma coisa da couve-flor, mas ela não queria repetir porque estava sem graça e pra mim tinha falado daquela forma porque se sentia à vontade e éramos amigas. Também acho importante fazer um texto sempre respeitoso com o personagem, tanto que às vezes a empatia criada durante a entrevista fica clara no texto. por: Thiago Dantas. Acesse o site da Manager e veja vagas na área de...

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