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  • Gerente Comercial -
    Prospecção, vendas de operação de crédito, negociação, visitas e propostas comerciais. Alavancar os resultados comerciais, gerenciar meta da equipe, entre outras atividades pertinentes ao cargo. Experiências: Experiência com produtos de operações de crédito. Regime de Contratação: - A combinar São Paulo - SP
  • Representante Comercial -
    Vendas de produtos de limpeza e higiene em redes supermercados, mercearias e atacadistas; Prospecção de novos clientes. Experiências: Experiência na função de Representante Comercial. Regime de Contratação: - Pessoa Jurídica - Autônomo Informações Adicionais: Desejável ter empresa constituída e carteira de cliente ativa na área de produtos de limpeza. Rio de Janeiro - RJ
  • Vendedor(a) Interno -
    Atuar com vendas. Experiências: Experiência com vendas por telefone. Regime de Contratação: - A combinar São Paulo - SP
  • Estagiário Administrativo -
    Auxiliar na rotina administrativa financeira com planilhas de controle financeiro e gerencial de resultados. Preenchimento e controle de planilhas, confecção de relatórios. Experiências: Com ou sem experiência. Conhecimentos: Ensino Superior em Administração de Empresas, Gestão de Recursos Humanos ou Gestão Financeira do 1º ao 6º período. Regime de Contratação: - Estágio Salário: R$ 600,00 Belo Horizonte - MG
  • Consultor de Aplicação -
    Implantação do sistema para mercado de rede de Postos de Combustíveis. Experiências: Experiência como Consultor de Aplicação. Conhecimentos: Superior Completo. Regime de Contratação: - CLT Informações Adicionais: Vale Refeição no valor de R$ 20 por dia, o colaborador opta por refeição ou alimentação Vale Alimentação. Caxias do Sul - RS
  • Coordenador de Almoxarifado -
    Indústria farmacêutica busca Coordenador de Armazenagem para realizar gestão de equipe, acompanhamento de processos e resultados, auditorias e inspeções. Experiências: Experiência como Coordenador de Almoxarifado. Conhecimentos: Conhecimento sólido na área de almoxarifado e gestão de equipe. Conhecimento de algum Sistema Integrado. Regime de Contratação: - CLT Porto Alegre - RS
  • Corretor de Imóveis -
    Avaliar imóveis disponíveis para vendas; Negociar valores entre as partes e demais atividades da função. Experiências: Experiência na função de Corretor de Imóveis. Regime de Contratação: - A combinar Informações Adicionais: Disponibilidade de horário. Possuir veículo próprio. Empresa oferece: Custeio de 50% do curso de Corretor de imóveis, telefone e e-mail corporativo, cartão de visitas e acesso ao sistema Vista de busca de imóveis. Sorocaba - SP
  • Consultor Técnico -
    Atuar em concessionária de veículos com mecânica de autos e atendimento ao cliente. Experiências: Experiencia em Concessionária de Veículos. Conhecimentos: Bons conhecimentos em mecânica de autos e atendimento ao cliente. Regime de Contratação: - A combinar Informações Adicionais: Disponibilidade para trabalhar aos sábados. Sorocaba - SP
  • Médico(a) Pediatra -
    Atendimento ambulatorial, e atividades hospitalar. Experiências: Não é necessário experiência. Conhecimentos: Formação como Médico(a) Pediatra. Regime de Contratação: - A combinar Arapongas - PR
  • Médico Obstetra -
    Atuar com atendimento aos pacientes, entender a necessidade de cada um de acordo com a especialidade. Experiências: Experiência como Médico Obstetra. Conhecimentos: Superior completo em Medicina, com especialização na área. Regime de Contratação: - A combinar Arapongas - PR
  • Assistente Administrativo -
    Suporte a área de compras; Arquivar documentos; Receber pedidos de vendas e transmitir para as áreas responsáveis Planilhas de dados; Controlar estoque de suprimentos e fazer pedidos. Experiências: Experiencia com planilhas de excel e na área administrativa. Conhecimentos: Conhecimentos avançados do pacote Office. Regime de Contratação: - CLT Informações Adicionais: Preferencia do sexo feminino. Salário: R$ 1200,00 São Paulo - SP
  • Estagiário de Psicopedagogia -
    Auxiliar em recreação e atividades pedagógicas com crianças com necessidades especiais. Experiências: Não é necessário experiência. Conhecimentos: Cursando a partir do 1º semestre Até 7º semestre psicopedagogia. Regime de Contratação: - Estágio Informações Adicionais: Valor da Bolsa: R$ 500,00. Porto Alegre - RS
  • Vendedor -
    Atendimento ao cliente, captação de clientes, cobrança, notas, entrada e saída do estoque. Experiências: Experiência na Área de Vendas. Conhecimentos: Ensino Médio Completo ou Incompleto; Domínio em Informática: Word e Excel. Regime de Contratação: - CLT Informações Adicionais: Salário: R$ 1.200,00; Horário: De segunda à sexta-feira, das 8hs às 17hs, aos Sábados, das 8hs às 12hs; Empresa no ramo e segmento de Material para Construção. Atibaia - SP
  • Coordenador de Qualidade -
    Atuar em laboratorio, analise quimica e gestão da qualidade. Experiências: Experiência como coordenador de Qualidade. Conhecimentos: Superior Completo em farmacia, biologia e/ou engenharia de alimento. Regime de Contratação: - CLT Pouso Alegre - MG
  • Motorista Categoria D -
    Atuar como motorista de caminhão no ramo de transportadora. Experiências: Necessário que tenha experiência com caminhão Truck e Toco. Experiência em Transportadora. Regime de Contratação: - CLT Informações Adicionais: Necessário que tenha Carteira de Habilitaço Categoria D. São Paulo - SP
  • Estágio de Direito -
    Atuar no setor Jurídico do Hospital Santa Casa. Experiências: Com ou sem experiência. Conhecimentos: Ensino Superior em Direito do 4º ao 8º período. Regime de Contratação: - Estágio Informações Adicionais: 01 vaga: 08:00 às 14:00 (acima do 4º período); 02 vagas: 12:00 às 18:00 (7º e 8º período). Salário: R$ 710,00 Belo Horizonte - MG
  • Caixa/ Balconista -
    Realizar atendimento ao Publico, Auxiliar o Cliente, atender no caixa da loja, entre outras atividades relacionadas a função. Experiências: Com ou sem experiência. Conhecimentos: Ensino Médio Completo ou Cursando. Regime de Contratação: - CLT Informações Adicionais: Salário: R$ 900,00 + VT + VR. Salário: R$ 900,00 Rio de Janeiro - RJ
  • Representante Comercial -
    Representação de roupas ou produtos. Experiências: Experiência mínima de 6 meses em representação de roupas ou produtos próximos e ligados a moda. Conhecimentos: Carteira de clientes já formada; 2ºgrau completo. Regime de Contratação: - Autônomo Informações Adicionais: Pagamos ótima comissão de vendas e buscamos representantes (vendas externas) para todo interior do estado de SP; Necessário ter carro e CNH. Sumaré - SP
  • Estagiário de Pedagogia -
    Auxiliar em atividades lúdicas e pedagógicas com crianças do Jardim A e B. Experiências: Não é necessário experiência. Conhecimentos: Cursando a partir do 2º semestre Até 7º semestre em pedagogia. Regime de Contratação: - Estágio Informações Adicionais: Valor da Bolsa: R$ 724,00; Possuir fácil acesso a Região do Bairro Santa Cecilia (Próximo Av. Ipiranga ou Av. Protasio Alves). Porto Alegre - RS
  • Preparador de Cola -
    Atuar como Preparador de Cola, com papelão ondulado. Experiências: Experiência como Preparador de Cola. Regime de Contratação: - A combinar Itaquaquecetuba - SP

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  • Empregos Inusitados: entrevista com uma jornalista de celebridades

    Empregos Inusitados: entrevista com uma jornalista de celebridades

    Há quem diga que a profissão dos jornalistas é uma das mais importantes de todas - afinal, é através de profissionais da área que as pessoas comuns tomam conhecimento dos fatos que ocorrem ao redor do mundo, se informam e constroem seus pensamentos e filosofias. Dentro desse universo, há um grupo bastante especial que atua sob um prisma que, para alguns, é superficial e limitado, mas que é, para a maioria, divertido, leve e interessante. Estou falando sobre os jornalistas de celebridade - que, entre outras coisas, cobrem o dia a dia dos famosos e noticiam, mais do que qualquer outra coisa, temas de interesse humano. Para entender melhor esse segmento da profissão (não, não é fofoca), conversamos com Bárbara Vieira - uma jornalista que trabalha em um dos maiores sites do gênero no país.   Como as pessoas reagem quando você conta o que faz? Imagino que por ser algo pouco ortodoxo as pessoas fiquem interessadas, talvez com cara de "hãn?"... Isso acontece muito? Você acha que sua profissão é mal vista? A maioria acha divertido, interessante. Acho que o jornalismo de celebridades tem ganhado espaço nos últimos anos, as pessoas têm percebido que ler sobre o assunto não as torna menos inteligente. Mas algumas pessoas ainda acham que é um tipo de jornalismo menor, sim, e já cheguei a ouvir que eu sou capaz de apresentar programas de TV ou escrever sobre assuntos mais "sérios", como se o que eu fizesse fosse mais fácil ou menos valorizado. E seu dia a dia é fácil? Conta um pouco da sua rotina de trabalho. Trabalho oito horas por dia numa redação, com uma hora de intervalo para almoço. Como é site, a escala de horários é bem respeitada. Uma vez por mês, no mínimo, há um plantão no final de semana, de forma que trabalho, às vezes, 12 dias direto, sem folga. Também não tem folga em feriado, seja Natal, Réveillon, ou nos jogos da Copa. Fora isso, nossas fontes procuram a gente nos horários mais improváveis: aos sábados à noite, por exemplo, eu sempre recebo um whatsapp de algum personagem... E dá dinheiro? Não é uma profissão para quem quer ganhar bem, definitivamente. O piso é R$ 2.300,00 para 5 horas de trabalho e R$ 3.700,00 para 7, mas não é raro que paguem bem menos por aí. Fora que as empresas de comunicação têm cada vez mais investido em contratos de PJ (pessoa jurídica) em detrimento dos contratos CLT. Como você caiu nesse mundo? Fiz um curso sobre jornalismo prático e popular com a editora de economia do Agora SP em 2009. Ela gostou do meu texto e me chamou pra fazer um teste no grupo Folha. Passei e fui trabalhar lá. Qual sua formação? E quais são os requisitos que o mercado exige para quem deseja entrar nessa área? Minha formação é em Letras na UNESP (Universidade Estadual Paulista). Não é muito comum entrar no jornalismo sem ter formação na área, ainda que a exigência do diploma esteja em suspenso por enquanto, porque os próprios jornalistas têm muito preconceito contra quem não tem o diploma na área. Como está o mercado hoje para profissionais como você? Aquecido? Saturado? Carente de profissionais? Volta e meia acontecem uns cortes nas empresas. Há alguns anos o mercado está saturado, há a inegável crise do jornalismo impresso e os sites têm sobrevivido com cada vez menos pessoas fazendo mais coisas. Para quem está começando, está difícil mesmo, mas também tenho visto bons profissionais, com experiência, que recebem convites e trocam de emprego porque há uma demanda, sim. Qual a melhor e a pior coisa de ser uma jornalista de celebridade? É muito legal estar em contato com tantas pessoas diferentes todos os dias. Contar boas histórias, revelar a pessoa por trás da menina que faz tudo pela fama, por exemplo. É um tipo de jornalismo de entretenimento, divertido de ler, e portanto de fazer. O pior é o pior da profissão como um todo, escala de trabalho pesadas, trabalhar no Réveillon, estar numa megafesta a trabalho... Tem alguma história engraçada que você se orgulhe de ter coberto ou algo inusitado que aconteceu enquanto trabalhava? Não tem uma pessoa não tenha ouvido a história da Geisy Arruda, que disse que o que ela tinha "era uma couve-flor, não uma vagina" antes de fazer a cirurgia íntima. Foi um furo meu a entrevista que ela deu falando sobre isso. Depois que saiu no site em que trabalho, a Geisy me contou que todos os outros veículos de imprensa começaram a ligar pra ela querendo que ela repetisse a mesma coisa da couve-flor, mas ela não queria repetir porque estava sem graça e pra mim tinha falado daquela forma porque se sentia à vontade e éramos amigas. Também acho importante fazer um texto sempre respeitoso com o personagem, tanto que às vezes a empatia criada durante a entrevista fica clara no texto. por: Thiago Dantas. Acesse o site da Manager e veja vagas na área de...

  • Empregos Inusitados: entrevista com uma UX Designer

    Empregos Inusitados: entrevista com uma UX Designer

    Dando prosseguimento a nossa série de matérias com profissionais que atuam em empregos inusitados, conversamos hoje com Marcela Hippe, uma paulistana nascida em Santos que trabalha como UX Designer desde 2011 - e quando conta o que faz para as pessoas elas fazem cara de "hãn?". Se você não sabe o que é um UX Designer e quer aprender, ou se já sabe e deseja conhecer um pouco mais da rotina e das possibilidades =do mercado, leia abaixo a entrevista que fizemos com uma expert no assunto.   Marcela, conta para a gente: o que é UX Designer? UX Designer é uma abreviação de User Experience Designer, ou seja, Designer de Experiência do Usuário. Esse nome pode parecer abrangente demais... porque a profissão realmente é. Um UX Designer é responsável por entender o usuários de um produto e propor a melhor solução possível de interação (entre o usuário e o produto). Vou focar a explicação pra produtos web, pra ficar mais fácil: quando a empresa decide criar um produto web, o UX Designer participa das decisões de planejamento (por exemplo, modelo de negócio e definição de escopo - o que e quando cada coisa será desenvolvida); depois, deve estudar o público pra entender de fato as necessidades dos possíveis clientes desse produto; com essas informações, ele desenha os fluxos de navegação e interações. Aí sim, com essas definições feitas, ele desenha wireframes (guias visuais) de cada uma das telas. Vou usar o Twitter como exemplo: provavelmente um UX Designer definiu que a coluna da esquerda deveria ter os dados do perfil da pessoa, sua foto, a quantidade de seguidores; que a coluna do meio - a maior de todas - mostraria os tweets dos outros, em ordem do mais recente pro mais antigo. Enfim, cabe ao UX Designer tomar todas as decisões de estrutura e funcionamento do produto. E isso tudo pode ser aplicado pra sites, produtos web, sistemas, aplicativos mobile e até mesmo interfaces físicas - como uma impressora, um painel de avião ou uma máquina de lavar. Como as pessoas reagem quando você conta o que faz? Elas entendem? Olha, 90% das vezes eu não posso dar uma resposta desse tamanho, né? Hahaha! Então em geral eu respondo que "trabalho com produtos pra internet". No final acabam entendendo que eu "faço sites", mas tudo bem. ¯\_(?)_/¯ E como você começou a trabalhar nessa área? Então, eu trabalhava há pouco mais de 1 ano na área de Marketing de uma empresa de eventos quando surgiu a necessidade de refazer o site da empresa. Combinamos que eu decidiria a estrutura do novo site e faria o layout, e depois contrataríamos um desenvolvedor. Então eu fui pro Google e joguei "como fazer um site". Porque por mim eu já ia abrir o Photoshop e começar a desenhar. Foi aí que eu descobri que não era bem assim, que existia um trabalho muito maior por trás, que o layout era só uma das partes do projeto. Me interessei muito pelo assunto, comecei a ler sobre Arquitetura de Informação, comprei um livro sobre design pra internet e me apaixonei pelo tema. Alguns meses depois, pintou uma oportunidade pra trabalhar como UX Designer na Locaweb, e eles procuravam justamente alguém Júnior, sem experiência mas com vontade de aprender. Entrei em 2011 e estou lá até hoje, atualmente como UX Designer Pleno. Qual sua formação? E quais são os requisitos que o mercado exige para quem deseja entrar nessa área? Sou formada em Publicidade e Propaganda. Uma coisa interessante é que muita gente dessa área começou, de certa forma, como eu: totalmente por acaso. Como a área é relativamente nova - afinal, a internet do jeito que a gente conhece só existe há 20 anos, não existe nenhuma formação específica pra se tornar um UX Designer. Agora, uma graduação que tem absolutamente tudo a ver com a área - e isso vai parecer estranho - é Biblioteconomia. Todos os conceitos de arquitetura de informação, taxonomia, hierarquia de informações, são ensinadas nesse curso. E é justamente esse conhecimento teórico que eu não tenho e estou sempre buscando. Inclusive, estou fazendo um curso online sobre taxonomia. Acredito que pra alguém começar na área de UX pra web, basta ter interesse webdesign e em pessoas. Porque precisa entender bastante a maneira como as pessoas interagem com telas, com sites, com ferramentas de busca, com interfaces mobile e por aí vai. E tudo isso tem muita base lá na Biblioteconomia, porque o objetivo principal de organizar bem as informações de um site (ou de qualquer interface) é justamente torná-las fáceis de serem encontradas. Qual a melhor e a pior coisa de ser uma UX designer? Na minha opinião, a melhor coisa é entregar valor pro usuário. Criar um produto que ele sinta prazer de usar, que faça ele atingir os objetivos que deseja. A pior coisa, é a frustração que dá quando a gente não conseguir fazer isso. Às vezes, processos burocráticos diminuem a velocidade das entregas de funcionalidades, por exemplo, e aí a gente sabe que o usuário está sofrendo com algum problema de interface e não consegue resolver rápido. E dá dinheiro? Dá sim. Principalmente porque é difícil encontrar gente boa. A maioria dos profissionais estão meio que no mesmo nível (salarial e de carreira) porque começaram meio que na mesma época. Então é difícil achar alguém Júnior, por exemplo. E quem é mais Sênior em geral saiu de alguma empresa grande e foi pra outra pra ganhar mais. Comparando com outras áreas, os salários de UX são bem interessantes. Acho que, em média, um profissional iniciante tem um salário de R$ 1.000,00 e pouco. Um cara mais Sênior, dependendo de onde ele estiver, pode ganhar uns 7, 8 mil. Estou chutando um pouco porque não sei exatamente, mas tem algumas pesquisas de salários que podem dar dados mais exatos. Interessante isso. Falando um pouco sobre o macro, como está o mercado hoje para profissionais como você? Aquecido? Saturado? Carente de profissionais? Aquecido. Fervendo! Existem muitas empresas grandes que já têm áreas muito bem estruturas de UX, como a Locaweb, a Globo.com e o Uol - pra citar alguns - e elas estão sempre buscando novos profissionais. Mas também cada vez mais as empresas estão percebendo que precisam entender melhor seus clientes e entregar coisas com mais qualidade, e aí buscam ajuda em consultorias. Então tem espaço pra caramba! :-) por: Thiago Dantas. Veja na Manager Online vagas para UX...

  • Empregos Inusitados: entrevista com um cervejeiro

    Empregos Inusitados: entrevista com um cervejeiro

    Quando se pensa em trabalho, quase nunca pensamos, de imediato, em profissões pouco ortodoxas. Quando se fala em emprego, as imagens mais recorrentes são de profissionais que trabalham com camisa social e gravata, ou em fábricas. Mas o mercado de trabalho nunca se restringiu a isso. Desde que o mundo é mundo há pessoas que ganham a vida fazendo arte, trabalhando com serviços menos palpáveis e atuando em áreas convencionais fazendo coisas menos convencionais. Com a chegada da internet ao cotidiano dos indivíduos e criação de novos mercados e oportunidades, o leque de possibilidades trabalhistas se expandiu ainda mais. Não raro encontramos, às vezes em nosso próprio círculo de amigos e contatos, gente que pratica as mais variadas (e distintas) atividades. Pensando nisso, iniciamos hoje uma série de entrevistas com profissionais que possuem empregos que são tidos como "diferentes". Para começar, conversamos com Leopoldo Bitencourt (leopoldobitencourt@gmail.com), de 26 anos, natural de Caixias do Sul - RS, que é cervejeiro e que tem o muitos acham o trabalho dos sonhos: o de sommelier de cerveja.   Como é ser um cervejeiro? Qual sua rotina de trabalho? Ser cervejeiro é bem puxado. Produzir uma cerveja leva horas e é preciso estar preparado pra resolver problemas que vão surgindo ao longo do dia. Para se ter uma ideia, às vezes só é possível sair e ir embora depois de mais de 10 horas trabalhando. O trabalho é bem físico também, principalmente em pequenas cervejarias, onde o processo de fabricação, desde carregar malte até encher barril, é feito inteiramente por um único profissional. Presumo que a maioria das pessoas não tem ideia do quão difícil e pesado é o seu trabalho. Como elas reagem quando você conta o que faz? Aposto que há até quem sinta inveja... As pessoas reagem de uma forma meio estranha às vezes... Muitos ficam rindo, achando que é brincadeira, mas, enfim, alguém tem que fazer bebidas. Hahaha. Como você caiu nesse mundo? Sonhava desde criancinha que iria ganhar a vida fazendo cerveja? Minha família faz cerveja em casa há alguns anos. Eu comecei a fazer cervejas em casa, quando eu tinha 23 anos. Na época participava dos encontros de cervejeiros caseiros e saturado do meu antigo emprego (antes de ser cervejeiro, Leopoldo dividia seu tempo entre as aulas da faculdade de Publicidade e Propaganda e um emprego como mecânico), fui trabalhar com amigos numa cervejaria. Ali comecei a estudar e me envolver nesse mundo mais a fundo. Sua relação pessoal com a bebida mudou depois que você começou a trabalhar como cervejeiro? Comecei a prestar mais atenção, a valorizar mais o artesanal, o bem feito, e a procurar saber mais sobre o produto que consumo e a empresa que o faz. Trabalhar com cerveja artesanal é um enorme aprendizado, estamos sempre procurando o novo, o diferente, uma cerveja que possa superar expectativas. Qual a melhor e a pior coisa de trabalhar com cerveja? A melhor coisa de se trabalhar com cerveja é a satisfação de fazer uma boa cerveja, que seja bem apreciada e reconhecida. Pessoalmente não vejo um lado ruim, sabe? Sendo honesto, apenas a falta de emprego em grandes centros incomoda um pouco. Agora que você tocou nesse assunto, por que é tão difícil trabalhar como cervejeiro nos grandes centros? Os grandes centros cervejeiros estão concentrados pelo interior, de modo geral, muito pela qualidade da água e pelos impostos industriais, que são menores nessas cidades. Falando um pouco sobre o mercado de trabalho, como você enxerga hoje a situação do cervejeiro no Brasil? Acha que o mercado está aquecido, estagnado ou saturado? O mercado ainda sente falta de bons profissionais, cara. Tem muita gente fazendo e pouca gente fazendo bem - o que é imprescindível pro mercado. E aquilo: pra bons profissionais sempre há espaço. E dá para ganhar dinheiro? Dá um dinheiro honesto sim, cara. Para se ter uma ideia, recém formados começam ganhando, em média, três mil reais em cervejarias... Mas quem trabalha nessa área é muito mais movido pelo prazer e pelo desafio de fazer uma cerveja boa do que por ganhar muita grana. Qual é a sua formação? O que o mercado exige de quem deseja entrar nessa área? Minha primeira formação é como técnico mecânico. Cheguei a cursar Publicidade e Propaganda, mas larguei tudo para ser cervejeiro. Fiz o curso de cervejeiro pela Acerva Gaúcha e por enquanto só. Há um curso de mestre cervejeiro no Brasil, pelo SENAI, de 840 horas. Em relação a entrada do mercado, isso depende muito de como tu quer começar. Às vezes é bem possível entrar na área como auxiliar - sem ter nenhuma experiência... Para fechar, qual o ponto que mais te deu orgulho em sua carreira como cervejeiro? Muito me orgulha que no último festival brasileiro, a primeira cervejaria que trabalhei tenha ganho três medalhas em três estilos diferentes. Esse  reconhecimento é absurdamente importante pra um mercado em expansão como o das cervejas artesanais.   por: Thiago Dantas. Procurando emprego? Acesse www.manager.com.br/empregos e ache a vaga perfeita para...

  • O Amigo do Chefe

    O Amigo do Chefe

    Entrosamento. Proximidade. Amizade. Quanto mais saudável for o ambiente de trabalho, maiores são as chances de que haja prosperidade e rendimento. Nesse cenário, não é incomum que laços se estreitem. E que, junto com eles, surjam também comentários maldosos a esse respeito. Puxa-saco. Protegido. Favorito. Essas são só algumas das alcunhas que são deferidas a funcionários que são "amigos do chefe". Mesmo quando os profissionais sabem separar a amizade do trabalho, colegas tendem a pensar que, de alguma forma, o amigo do chefe está sendo beneficiado. E, por mais que haja cuidado da parte de ambos, às vezes o profissional está tendo vantagens mesmo. Em caso de algum erro, por exemplo, chefes amigos tendem a abrandar possíveis represarias, enquanto o funcionário, sabendo que pode contar com essa prerrogativa, pode ser mais displicente. Por essa razão é preciso dispensar uma atenção redobrada a laços de amizade construídos no ambiente corporativo. Respeitar limites e separar assuntos profissionais de pessoais não só é necessário como é imprescindível. Para evitar derrapadas, é importante que tópicos relacionados a trabalho não exponham colegas e também que informações que deveriam ser sigilosas não cheguem aos ouvidos dos subordinados - por mais próximo que ele seja. Além disso, vale rememorar sempre que críticas em relação a conduta profissional de chefes ou subordinados devem ser feitas com respeito e delicadeza. O respeito deve vir antes de tudo. O respeito, aliás, quando aliado a ponderação torna tudo mais fácil. Decisões relacionadas a promoção, contratação, demissão, fofoca e afins, deixam de ser influenciadas pelo fator amizade quando o chefe e o subordinado mostram qualidade no trabalho - qualidade esta que independe de qualquer relação extra-profissional. por: Thiago Dantas. Acesse o site da Manager Online e cadastre seu...

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