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  • Atuar no Fechamento de balanço e balancete; Classificação, conciliação de informações contábeis; Execução e análise de demonstrações contábeis e financeiras. Experiências: Experiência na Área Contábil. Conhecimentos: Conhecimento do Pacote Office e do Sistema Prosoft; Inglês Básico. Regime de Contratação: - A combinar Informações Adicionais: Disponibilidade para viagens; CNH Categoria B. Utilização do sistema Prosoft. Vitoria - ES
  • Vendedor Externo -
    Atuar na Captação de clientes; Visita a clientes para oferecer produtos; Elaborar planilha de vendas. Experiências: Experiência na área de vendas. Conhecimentos: Conhecimento em informática. Regime de Contratação: - A combinar Informações Adicionais: Veículo próprio; Disponibilidade para viagem. Vitoria - ES
  • Auxiliar Administrativo Financeiro -
    Atuar nas rotinas administrativas; Contas a pagar e a receber; Entrada e saída de notas fiscais; Apuração de impostos e demais atribuições financeiras e fiscais. Experiências: Experiência com rotinas administrativas; Experiência com rotinas financeiras e fiscais. Conhecimentos: Conhecimento do Pacote Office. Regime de Contratação: - CLT Informações Adicionais: Horário de Trabalho: Segunda a Sexta-feira de 08:00 às 17:00 horas e aos Sábados de 08:00 às 12:00 horas. Vitoria - ES
  • Auxiliar Administrativo Financeiro -
    Rotinas administrativas; Contas a pagar e a receber; Entrada e saída de notas fiscais; Apuração de impostos e demais atribuições financeiras e fiscais. Experiências: Experiência com rotinas administrativas; Experiência com rotinas financeiras e fiscais. Conhecimentos: Conhecimento do Pacote Office. Regime de Contratação: - CLT Informações Adicionais: Horário de Trabalho: Segunda a Sexta-feira de 08:00 às 17:00 horas e aos Sábados de 08:00 às 12:00 horas. Vitoria - ES
  • Coordenador Contábil -
    Analisar as informações contábeis e preparar relatórios de custo de produção; Atender à fiscalização municipal, estadual e federal, prestando os esclarecimentos e fornecendo os documentos solicitados; Conferir e ajustar os saldos das contas, Elaborar a Declaração Anual do Imposto de Renda, incluindo a escrituração dos livros pertinentes; Fazer estudos e análises sobre os números do balanço anual, tendo em vista a legislação tributária; Manter controles e realizar inventários dos bens patrimoniais; Orientar e acompanhar os lançamentos e rotinas contábeis; Orientar os demais setores da empresa quanto a classificação contábil ou no que se refere a aspectos fiscais de documentos a serem emitidos ou escriturados; Planejar e supervisionar a preparação dos relatórios contábeis (gerencial e fiscal), dentro dos prazos previstos; Supervisionar a conciliação de todas as contas de ativo e passivo e de resultados; Participar das decisões estratégicas da empresa relacionadas ao setor; Apresentar os resultados para a diretoria, clientes e equipe; Gerar e analisar relatórios gerenciais. Experiências: Experiência com toda rotina de contabilidade; Experiência com gestão de equipe; Experiência contábil no ramo de logística; Conhecimentos: Registro no CRC; Conhecimento do Pacote Office. Regime de Contratação: - CLT Vitoria - ES
  • Gerente de Controladoria -
    Gerenciar as operações financeiras, disponibilizando conhecimento orindus do mercado; Gerenciar os riscos inerentes ao negocio, utilizando dos processos e mapeamentos; Liderar o bom funcionamento e execução do planejamento estratégico; Garantir a excelência na gestão orçamentária, garantindo o cumprimento das definiçõese verbas; Disponibilizar ferramentas e melhorias nos processos para o crescimento das áreas; Planejar e garantir a boa execução dos processos administrativos/financeiros; Garantir á alta direção o bom funcionamento das áreas; Acompanhar junto aos gestores a boa execução dos processos contábeis/trabalhistas e auditoria; Estudar e ofertar opções de rentabilidade e ganho de performace, tanto financeiro como processos; Realizar a boa distribuição e alocação e cumprimento das despesas administrativas. Experiências: Experiência como Gerente de Controladoria. Conhecimentos: Superior Completo e Especialização em Administração de Empresas e Gestão de Processos; Conhecimento em Informática. Regime de Contratação: - CLT Informações Adicionais: Disponibilidade para viagens Carteira de Habilitação B. Cachoeiro de Itapemirim - ES
  • Analista Contábil -
    Rotinas contábeis; Fechamento de balancete da empresa; Fechamento de balanço da empresa. Experiências: Experiência com toda rotina contábil. Conhecimentos: Ensino Superior em curso (fase final) ou Completo em Ciências Contábeis; Conhecimento do Pacote Office. Regime de Contratação: - CLT Serra - ES
  • Assistente Comercial -
    Atendimento à clientes e profissionais de decoração em loja; Elaboração de Orçamentos; Follow up de orçamentos enviados; Fechamentos de pedidos; Elaboração de Relatório de Vendas; Pedidos a fornecedor; Acompanhamento dos pedidos até entrega ao cliente final. Experiências: Experiência como Assistente Comercial. Conhecimentos: Conhecimento de EXCEL, WORD E Internet; Conhecimento AUTOCAD; Regime de Contratação: - CLT Informações Adicionais: Disponibilidade para horário de trabalho de segunda a sexta das 10 às 19 horas ou 09 às 18 (estudante) e aos sábados das 09 às 13 horas. Vitoria - ES
  • Técnico Serviço Administrativo -
    Medição de serviços; Realizar fiscalização dos contratos; Prestação de conta; Abertura e acompanhamento de notas RS Suporte Administrativo geral aos analistas; Participar de reuniões e visitas técnicas com fornecedores; Comunicação e interface junto ao cliente interno; Receber e atender demandas dos clientes internos; Auxiliar o analista no cumprimento de orçamentos. Experiências: Experiência como Técnico de Serviço Administrativo. Conhecimentos: Conhecimento em Informática. Regime de Contratação: - CLT Informações Adicionais: Disponibilidade para trabalhar em Anchieta-ES. Anchieta - ES
  • Coordenar equipe de Planejamento Imobiliário; Garantir a aplicação das metodologias desenvolvidas pela empresa; Controlar o cumprimento de prazos e padrões de qualidade pré-definidos; Pré-qualificar Cenário de Negócios. Experiências: Experiência em Gestão de Processos, Qualidade, Projetos ou afins. Conhecimentos: Formação Superior Completa ou em curso em Administração ou Engenharia de Produção; Conhecimento em Informática e principalmente EXCEL; Inglês Intermediário. Regime de Contratação: - CLT Informações Adicionais: CNH Categoria B, disponibilidade para viagens. Empresa na área de Desenvolvimento e Gestão de Terrenos, situada em VITÓRIA – ES. Vitoria - ES
  • Gestor de Negócios -
    Receber e direcionar as demandas de clientes internos e externos. Captar mailings e leads qualificados para o negócio; Provocar e prospectar oportunidades de negócio no mercado; Gerenciar carteira de clientes determinada pelo gerente da área informando-se sobre as ações das demais áreas e seus resultados na blindagem da base; Registrar e manter atualizado os dados cadastrais e a evolução de cada etapa da fase comercial nas ferramentas específicas de venda da empresa e fornecedores; Realizar visitas comerciais em clientes, com o objetivo de entender a suas necessidades, para avaliar a qualificação da oportunidade; Manter os clientes e prospectos atualizados sobre todos os produtos e serviços ofertados pela empresa; Realizar apresentações institucionais, comerciais e visão geral técnica da empresa e de seus produtos, aos clientes externos, prospectos, apresentando todos os recursos disponíveis conforme material disponibilizado pelo marketing; Avaliar criticamente o escopo definido com o objetivo de garantir com que a venda esteja alinhada com a expectativa. Experiências: Experiência com vendas de sistemas para empresas. Conhecimentos: Conhecimento do Pacote Office. Regime de Contratação: - CLT - A combinar Informações Adicionais: CNH Categoria B. Vitoria - ES
  • Secretária -
    Atender chamadas; Marcar consultas; Colocar e Retirar Holter, Mapa; Fazer Eletrocardiograma; Orientar o Paciente; Posicionar o Paciente para exame. Experiências: Experiência na Área de Secretariado e Atendimento com Planos de Saúde. Conhecimentos: Formação Técnica; Conhecimento de Informática. Regime de Contratação: - CLT - A combinar Vitoria - ES
  • Supervisor de Produção -
    Supervisionar  atividades de marketing  e equipes de promoções; Criar estratégias de logística promocional; Organizar e acompanhar e orientar sobre a manipulação no depósito promocional da empresa,  bem como controlar entrada e devoluções de materiais; Acompanhar  produção de peças e materiais de merchandising além de identificar avarias e providenciar conserto em peças existentes; Fazer  relatório e check in fotográfico das supervisões externas; Fazer  relatório e controle de estoque de folhetos e materiais Planejar e coordenar a organização e execução de eventos; Participar de projetos e processos organizacionais de qualidade e gestão integrada. Experiências: Experiência em comunicação empresarial; Gestão por processos e projetos; Organização de eventos. Conhecimentos: Conhecimento de Planejamento Estratégico; Pacote Office. Regime de Contratação: - CLT - A combinar Informações Adicionais: CNH Categoria B; Disponibilidade para viagens e ações noturnas e finais de semana; Possuir veículo próprio. Vitoria - ES
  • Auxiliar de Execução - Ambev -
    Colocar material de merchandising nos PDV's; Zelar pelos materiais de merchandising e utilizar corretamente as marcas no mercado; Acompanhar o trabalho dos vendedores nos pontos de venda, visando auxiliar a exposição / merchandising dos produtos; Dividir os materiais para equipe de vendas. Experiências: Experiencia como Auxiliar de Execução - Ambev. Conhecimentos: Ensino médio completo; Conhecimento em informática. Regime de Contratação: - A combinar Vitoria - ES
  • Auxiliar de Marketing -
    Telemarketing; Atendimento; Serviços internos; Vendedor ativo. Experiências: Experiencia como Auxiliar de Marketing. Conhecimentos: Ensino Médio completo; Perfil comercial; Cursando Marketing ou Publicidade e Propaganda; Conhecimento em programas gráficos (Corel Draw, Photoshop). Regime de Contratação: - A combinar Vitoria - ES
  • Mecânico -
    Atuar com manutenções. Experiências: Experiência na área operacional. Conhecimentos: Ensino Médio completo. Regime de Contratação: - A combinar Vitoria - ES
  • Vendedor(a) Interno -
    Atuar com vendas internas. Experiências: Desejável experiência em telemarketing. Conhecimentos: Ensino médio Completo. Regime de Contratação: - A combinar Vitoria - ES
  • Gerente Administrativo -
    Gerenciar os processos administrativos da empresa; Gerenciar equipe de 5 pessoas; Conferir e aprovar o contas a pagar e a receber; Coordenar o lançamento de novos cursos; Trabalhar para manutenção da qualidade no relacionamento com os clientes. Experiências: Experiência na área. Conhecimentos: Ensino Superior Completo em Administração; Conhecimento em Informática. Regime de Contratação: - A combinar Vitoria - ES
  • Técnico de Segurança do Trabalho -
    Zelar pela segurança e integridade física dos colaboradores da unidade através da garantia de condições seguras de trabalho; Disponibilizar e gerenciar estoque de uniformes e equipamentos de proteção para todos os colaboradores da unidade; Inspecionar as equipes operacionais garantindo a utilização de uniformes e equipamentos de proteção; Realizar inspeções frequentes em rotas, atestando a utilização de uniformes e equipamentos de proteção pelas equipes operacionais; Relacionar-se intensamente com a equipe, o cliente e os clientes do cliente, identificando riscos potencias; Monitorar os principais riscos inerentes às condições de trabalho das funções administrativas e operacionais, atuando preventiva e corretivamente; Coordenar a SIPAT da unidade, atuando em conjunto com o cliente; Elaborar PPRA da unidade; Organizar CIPA da unidade; Cumprir rigorosamente todos os procedimentos, normas e especificações da empresa e do cliente; Utilizar corretamente uniformes e equipamentos de proteção disponibilizados pela empresa. Experiências: Experiência como Técnico de Segurança do Trabalho. Conhecimentos: Formação Técnica Completa em Segurança do Trabalho; Registro MTE; Conhecimento do Pacote Office. Regime de Contratação: - A combinar Informações Adicionais: CNH B; 01 vaga para o horário de Segunda à Sábado de 07:00 às 16:00 horas e outra vaga para o horário de Segunda à Sábado de 16:00 às 00:00 horas. Vitoria - ES
  • Vendas Externas de Estruturas de Armazenagem (sistemas para estocagem de movimentação - drive in, porta pallets, mezaninos, divisórias industriais, estantes metálicas, flow rack, cantilever, entre outros); Prospecção de novos clientes. Experiências: Experiência em Vendas Técnicas; Desejável experiencia anterior em áreas de projetos de estruturas ou equipamentos industriais, equipamentos para Logística ou área Metalúrgica em geral. Conhecimentos: Ensino Médio ou Graduação Superior completa ou em curso; Domínio em AUTOCAD, Internet e EXCEL. Regime de Contratação: - A combinar Informações Adicionais: CNH B; Capacidade de interpretar e entender projetos. Vitoria - ES

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  • Empregos Inusitados: entrevista com uma ex-vendedora de churro e ostra

    Empregos Inusitados: entrevista com uma ex-vendedora de churro e ostra

    Finalizando nossa série sobre empregos inusitados, publicamos hoje nossa última entrevista. Ao contrário de todas as outras, que versavam sobre profissões e áreas pouco celebradas ou comentadas, nossa conversa com Leticia Conca, estudante de design gráfico na Universty Of Arts London, aborda um emprego aparentemente comum: o de vendedora - que de "comum", no caso dela, tinha apenas a função de vender, tendo em vista que, no passado, ela vendia... Ostras e churros! Leia abaixo a entrevista que fizemos com ela. Leticia, você já vendeu churros e ostras, e hoje estuda design e mora em Londres. Sua carreira é o que a gente pode chamar de inusitada. Sempre foi assim? Qual foi seu primeiro emprego? Meu primeiro trampo foi no Brasil, mais precisamente em Santo André (onde nasci). Eu tinha 17 anos e trabalhava numa lojinha de conveniência do posto de gasolina perto da minha casa... Hahaha. Falando sobre sua experiência como vendedora, como que as pessoas reagem quando você conta que vendia produtos tão incomuns? Quando eu menciono churro e ostra os brasileiros realmente ficam com cara de "hãn???" e quando digo que vendia o churro no meridiano de Greenwich, a coisa se torna ainda mais insólita e surreal, mas acontece que o mercado onde eu vendia churro era mesmo ao lado de onde tem o famoso meridiano. O trampo das ostras também desperta interesse nas pessoas, principalmente em saber se eu não ficava com cheiro de peixe nas mãos o dia inteiro e se eu vendia champagne junto com as ostras (o que não acontecia, já que eu vendia as ostras num mercadinho super hipster de Londres e vender champagne seria "bourgeois" demaaaais pra hipsteraiada, haha). Aliás, o que te levou a trabalhar com isso? Você gostava? Te digo sinceramente que trabalhar com o público não é a coisa que mais gostei de fazer da vida, viu? Não é muito pra mim porque não tenho paciência pros melindres dos clientes. Mas eu tenho uma coisa muito boa: eu disfarço muito bem. Então meus chefes sempre elogiaram a forma como eu atendia, diziam que eu era super educada e simpática, mas era tudo fachada - risos. Eu escolhi esses trabalhos por falta de outra oportunidade. Na época eu não apenas era estrangeira e morava fora do Brasil, como meu inglês ainda não era perfeito (era bom o suficiente pra servir clientes, mas não bom o bastante para trabalhar em um escritório ou algo que exigisse mais vocabulário). Então eu pegava qualquer emprego que aparecesse. E dava dinheiro? Dava muito dinheiro... Principalmente pros meus chefes! Pra mim dava o suficiente pra pagar meu aluguel, comer, e dar uma saidinha com os amigos de vez em quando. Mas você se divertia sendo vendedora? Qual era a pior e a melhor coisa de fazer o que você fazia? A pior coisa em trabalhar como vendedora são os clientes. E a melhor coisa também. Porque ao longo de um dia de 8 horas vendendo você acaba conversando com todo o tipo de gente: gente bacana, simpática, educada, etc, e também com gente grossa, intransigente, esnobe, etc. É um excelente exercício pra se aprender a lidar com todo tipo de pessoa e se tornar uma pessoa mais flexível e aberta. Qual sua formação? Na época que você vendia ostra e churro você estudava? Tinha feito algum curso específico sobre venda? Na época em que eu vendia as ostras e os churros eu tinha apenas a faculdade de Ciências Sociais incompleta no Brasil (deixei o curso no meio do segundo ano e vim embora pra Londres). Eu nunca fiz nenhum curso de vendas... Tinha feito curso de Bartender no Senac mas trabalhei apenas uma vez como bartender por menos de um mês. Já rolou alguma história ou situação muito engraçada que você lembre com carinho até hoje? Olha, aconteciam muitas coisas engraçadas na barraca do churro porque o chefe era uma figura... Mas acho que a história que melhor me lembro não é engraçada e aconteceu na barraca das ostras. Logo no começo eu tinha muita dificuldade pra abrir as ostras: meus braços e dedos doíam. Então eu cheguei para a gerente e disse pra ela "será que você poderia me dar uma faca diferente? Essa daqui parece estar meio ruim para abrir as ostras". A gerente, uma inglesa de pouquíssimos amigos, virou pra mim e disse "um trabalhador ruim sempre coloca a culpa nas ferramentas que usa" (a bad workman always blames his tools). Na hora eu fiquei com muita raiva dela, mas hoje em dia percebo como ela tinha razão no que disse pois afinal de contas não havia nada de errado com a faca, eu é que não tinha a prática e o jeito de fazer a coisa... mas depois de muitas ostras, aprendi a manha e abria tudo rapidinho, sem problema nenhum! por: Thiago Dantas. Veja aqui vagas de empregos para a área de...

  • Empregos Inusitados: entrevista com uma professora de dança

    Empregos Inusitados: entrevista com uma professora de dança

    Dando prosseguimento a nossa série de matérias sobre empregos inusitados, conversamos hoje com uma professora de dança. A dança é uma das artes mais antigas e interessantes que se tem notícia. Sem precisar de nenhum suporte além do próprio corpo de quem executa, a dança encanta por seus movimentos, sua simbologia, e por ser uma atividade física divertida e leve. Para muitos, o ato de dançar é apenas um passatempo. Mas não para Mychelle Dantas, uma carioca que tem em suas veias dom e talento, que se apresentou na cerimônia de encerramento da última Copa do Mundo, e que fez da dança sua profissão. Leia abaixo a entrevista que fizemos com ela. Como é trabalhar com algo tão... Diferente? Olha, trabalhar com dança é o que me move, literalmente. Nos dias mais cinzas, em que não quero levantar da cama, o senso de responsabilidade pelas pessoas e o papel da dança na vida delas é o que me guia. E com isso, a dança me transforma, porque ao exercer esta mudança positiva na vida do outro, tenho ela de volta na minha. E como as pessoas, em geral, encaram sua profissão? Qual é a primeira reação que elas tem quando você conta como ganha a vida? Há duas reações principais, muitas vezes tidas em conjunto; "você trabalha com dança e faz mais o que?","nossa, mas você é tão inteligente?" "não é uma coisa certa, né, e no futuro?"... E também costumam dizer "que show!", "quem dera se eu pudesse trabalhar com o que gosto!", "você que é feliz!"... Você é feliz mesmo? Qual a melhor e qual a pior coisa de ser uma professora de dança? A melhor coisa é ver o que está ensinando acontecendo na hora, e ter o feedback positivo dos alunos em forma de carinho e gratidão. Talvez a pior é a dureza encontrada nas artes, falta de valor financeiro que leva a uma vida oscilante em vários quesitos. Pois é. Ainda bem que você tocou nesse assunto. É possível viver de arte? Ensinar as pessoas a dançar dá dinheiro? Se arte no Brasil dá dinheiro? A dança é a prima pobre das artes, e a dança de salão é a prima pobre da prima pobre. Existem algumas tabelas nos Sindicatos que visam determinar um piso salarial, mas dificilmente elas são praticadas. No mundo real se trabalha muito com porcentagem, e os valores variam de estado a estado... Se adaptando, dá até pra viver modestamente. Falando sobre o mercado de trabalho, ele está favorável para professores de dança? Qual sua formação? E quais são os requisitos que o mercado exige para quem deseja entrar nessa área? Sempre existe trabalho; mas também há quem não queira pagar honestamente e quem aceite qualquer vintém. Sobre a dança em si, por ser uma profissão nova, embora tenha registro no Ministério do Trabalho, ela ainda é de certa forma informal. Existe faculdade de dança, porém, sem ênfase em dança de salão. São mais cursos livres. Eu fiz um Curso de Extensão em Dança de Salão que foi uma iniciativa da Associação Nacional de Danças de Salão. Esse curso contou com diversos profissionais que atuam em universidades e matérias complementares a dança, que iam de História da Arte a Psicomotricidade. E como você virou professora de dança? A dança fez parte dos meus sonhos de Sessão da Tarde dos anos 80 e seus filmes no tema. Fiz um pouco na escola, mas era caro para realidade da família, então a continuidade e principalmente as apresentações não cabiam no orçamento, deixei pra lá. Eu tive uns problemas sérios no trabalho (trabalhava no comércio) e fiquei deprimida, então resolvi mudar de ramo. Encontrei uma vaga de recepcionista, fui e era uma escola de dança. Era ótimo estar naquela ambiente, mas poucos meses depois que entrei o apartamento da minha família pegou fogo, então tive que mudar mais uma vez de emprego para ajudar na reconstrução. Nisso a academia fez uma festa para me presentear com enxoval e coisas que perdi, e o dono ofereceu aulas gratuitas para eu relaxar a noite. Na primeira eu fugi, não me sentia capaz. Depois ele insistiu, eu voltei e em outra modalidade exercia muito bem minha memória e capacidade de transmitir o aprendido, então ele me ofereceu uma bolsa de estudos e não parei mais. E pensar que um ano antes, assistindo Dirty Dancing, enquanto pensava "é, a dança vai ficar para próxima vida!"... E hoje em dia cheguei a dançar no Maracanã no encerramento da Copa do Mundo. Dá pra acreditar? por: Thiago Dantas. Cadastre seu currículo na Manager Online e tenha acesso a milhares de vagas de...

  • Empregos Inusitados: entrevista com um sinalizador ambiental

    Empregos Inusitados: entrevista com um sinalizador ambiental

    Há coisas tão presentes em nosso cotidiano que a gente mal nota. Detalhes que nos acompanham por nosso caminho diário, que nos seguem em elevadores e, às vezes, em cinemas e locais de lazer. Detalhes que, de tão acostumados que estamos, se tornam invisíveis. É curioso pensar que alguns deles tem como função justamente o oposto: tornar visível, ou melhor, perceptível as coisas para quem possui alguma deficiência visual. Seguindo nossa série de entrevistas com profissionais que trabalham em atividades tidas como "inusitadas", conversamos com Lucas Costa, um paulistano, que é bacharel em desenho industrial, e especialista em fazer placas de sinalização ambiental.   Lucas, o que você faz exatamente e onde você trabalha? Trabalho em uma empresa de sinalização ambiental (e tenho que explicar aqui que não tem a ver com ecologia, e sim com placas de sinalização como aquelas que encontramos nas estações de metrô) no setor de acessibilidade. Os clientes entram em contato com a empresa e o meu trabalho é a partir da identidade visual deles desenvolver uma sinalização para pessoas com deficiência visual. Tenho que seguir as especificações das normas da ABNT 9050 em todos os trabalhos, quase como em um TCC mas com menos pressão. Normalmente é tranquilo porque a maior parte é adequação, mas às vezes surge a oportunidade de criar layouts do zero - ou quase - a partir de especificações que o cliente envia. Como as pessoas reagem quando você conta o que faz? "Como assim?", "sério isso?" e "me explica melhor", geralmente é o que escuto quando conto que trabalho com braille. Pra mim é ótimo porque sou tímido e quando não conheço alguém já é assunto para quebrar o gelo, haha. Qual sua formação? E quais são os requisitos que o mercado exige para quem deseja entrar nessa área? Sou Bacharel em Desenho Industrial(PV) pela UEL (basicamente: design). Caí de paraquedas na profissão, mas pelo que aprendi fazendo o importante é ter uma boa capacidade de síntese visual, ou seja tem que saber fazer um projeto gráfico. Saber interpretar normas técnicas e estar prestando atenção em detalhes e medidas. As máquinas de gravação possuem programas próprios e acho que não tem cursos para isso, a primeira (que era uma máquina pequena, dava até pra ter em uma oficina casa) aprendi mexendo e a segunda (já tamanho industrial) com um técnico que veio dos Estados Unidos fazer a instalação. E  desde quando você trabalha com sinalização em braille? Estou há dois anos trabalhando com isso, não sabia nada e nem fiz curso quando comecei. Na verdade, eu ia trabalhar como arte-finalista e acabou que precisavam de alguém para cuidar desta parte da empresa... E como eu conseguia me virar assumi o setor. Como está o mercado hoje para profissionais como você? Nossos maiores clientes são as construtoras. Faço trabalhos para várias regiões do Brasil, porém é um serviço tão específico que a não ser que você já tenha contatos dentro deste negócio não vale a pena investir muito. Um projeto realizado vai levar algumas décadas para ser trocado ou reparado. Na minha opinião existem poucos profissionais no Brasil, mas o suficiente para atender a demanda. E dá dinheiro? Dá dinheiro não! Basicamente é um trabalho de operador gráfico. Aqui na firma ainda acumulo mais umas funções... Qual a melhor e a pior coisa de fazer o que você faz? Melhores coisas: é um serviço simples, tenho certa estabilidade dentro da firma e posso brincar com layouts de vez em quando. Piores coisas: discutir com engenheiros e arquitetos sobre o que seria mais prático para um usuário com deficiência. por: Thiago Dantas. Acesse o site da Manager Online e inclua seu...

  • Empregos Inusitados: entrevista com uma jornalista de celebridades

    Empregos Inusitados: entrevista com uma jornalista de celebridades

    Há quem diga que a profissão dos jornalistas é uma das mais importantes de todas - afinal, é através de profissionais da área que as pessoas comuns tomam conhecimento dos fatos que ocorrem ao redor do mundo, se informam e constroem seus pensamentos e filosofias. Dentro desse universo, há um grupo bastante especial que atua sob um prisma que, para alguns, é superficial e limitado, mas que é, para a maioria, divertido, leve e interessante. Estou falando sobre os jornalistas de celebridade - que, entre outras coisas, cobrem o dia a dia dos famosos e noticiam, mais do que qualquer outra coisa, temas de interesse humano. Para entender melhor esse segmento da profissão (não, não é fofoca), conversamos com Bárbara Vieira - uma jornalista que trabalha em um dos maiores sites do gênero no país.   Como as pessoas reagem quando você conta o que faz? Imagino que por ser algo pouco ortodoxo as pessoas fiquem interessadas, talvez com cara de "hãn?"... Isso acontece muito? Você acha que sua profissão é mal vista? A maioria acha divertido, interessante. Acho que o jornalismo de celebridades tem ganhado espaço nos últimos anos, as pessoas têm percebido que ler sobre o assunto não as torna menos inteligente. Mas algumas pessoas ainda acham que é um tipo de jornalismo menor, sim, e já cheguei a ouvir que eu sou capaz de apresentar programas de TV ou escrever sobre assuntos mais "sérios", como se o que eu fizesse fosse mais fácil ou menos valorizado. E seu dia a dia é fácil? Conta um pouco da sua rotina de trabalho. Trabalho oito horas por dia numa redação, com uma hora de intervalo para almoço. Como é site, a escala de horários é bem respeitada. Uma vez por mês, no mínimo, há um plantão no final de semana, de forma que trabalho, às vezes, 12 dias direto, sem folga. Também não tem folga em feriado, seja Natal, Réveillon, ou nos jogos da Copa. Fora isso, nossas fontes procuram a gente nos horários mais improváveis: aos sábados à noite, por exemplo, eu sempre recebo um whatsapp de algum personagem... E dá dinheiro? Não é uma profissão para quem quer ganhar bem, definitivamente. O piso é R$ 2.300,00 para 5 horas de trabalho e R$ 3.700,00 para 7, mas não é raro que paguem bem menos por aí. Fora que as empresas de comunicação têm cada vez mais investido em contratos de PJ (pessoa jurídica) em detrimento dos contratos CLT. Como você caiu nesse mundo? Fiz um curso sobre jornalismo prático e popular com a editora de economia do Agora SP em 2009. Ela gostou do meu texto e me chamou pra fazer um teste no grupo Folha. Passei e fui trabalhar lá. Qual sua formação? E quais são os requisitos que o mercado exige para quem deseja entrar nessa área? Minha formação é em Letras na UNESP (Universidade Estadual Paulista). Não é muito comum entrar no jornalismo sem ter formação na área, ainda que a exigência do diploma esteja em suspenso por enquanto, porque os próprios jornalistas têm muito preconceito contra quem não tem o diploma na área. Como está o mercado hoje para profissionais como você? Aquecido? Saturado? Carente de profissionais? Volta e meia acontecem uns cortes nas empresas. Há alguns anos o mercado está saturado, há a inegável crise do jornalismo impresso e os sites têm sobrevivido com cada vez menos pessoas fazendo mais coisas. Para quem está começando, está difícil mesmo, mas também tenho visto bons profissionais, com experiência, que recebem convites e trocam de emprego porque há uma demanda, sim. Qual a melhor e a pior coisa de ser uma jornalista de celebridade? É muito legal estar em contato com tantas pessoas diferentes todos os dias. Contar boas histórias, revelar a pessoa por trás da menina que faz tudo pela fama, por exemplo. É um tipo de jornalismo de entretenimento, divertido de ler, e portanto de fazer. O pior é o pior da profissão como um todo, escala de trabalho pesadas, trabalhar no Réveillon, estar numa megafesta a trabalho... Tem alguma história engraçada que você se orgulhe de ter coberto ou algo inusitado que aconteceu enquanto trabalhava? Não tem uma pessoa não tenha ouvido a história da Geisy Arruda, que disse que o que ela tinha "era uma couve-flor, não uma vagina" antes de fazer a cirurgia íntima. Foi um furo meu a entrevista que ela deu falando sobre isso. Depois que saiu no site em que trabalho, a Geisy me contou que todos os outros veículos de imprensa começaram a ligar pra ela querendo que ela repetisse a mesma coisa da couve-flor, mas ela não queria repetir porque estava sem graça e pra mim tinha falado daquela forma porque se sentia à vontade e éramos amigas. Também acho importante fazer um texto sempre respeitoso com o personagem, tanto que às vezes a empatia criada durante a entrevista fica clara no texto. por: Thiago Dantas. Acesse o site da Manager e veja vagas na área de...

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