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  • Assistente Administrativo -
    Atividades Profissionais: Atendimento ao público, Balcão, atendimento telefônico e auxiliar o departamento pessoal. Experiências e/ou Qualificações: Experiência na função. Regime de contratação: CLT São Paulo - SP
  • Auxiliar de Licitação -
    Atividades Profissionais: Atuar com documentação, montar processos licitatórios, cotações com fabricantes e participar de pregoes. Experiências e/ou Qualificações: Experiência na área. Informações adicionais: Possuir CNH. Possuir carro próprio. Regime de contratação: CLT Campo Grande - MS
  • Estágio em Telemarketing -
    Atividades Profissionais: Realizar vendas ativa e receptiva de diversos produtos. Experiências e/ou Qualificações: Não é necessário experiência. São Paulo - SP
  • Auxiliar de Departamento Pessoal -
    Atividades Profissionais: Atuar com rotinas de folha de pagamento, controle de férias, adiantamento salarial, admissão, rescisão, programação de pedido de cesta básica, SEFIP, CAGED, FGTS, ponto de funcionários, 13º salario, arquivar documentos, guias sindicais. Experiências e/ou Qualificações: Experiência nas atividades descritas. Regime de contratação: CLT São Paulo - SP
  • Atendente -
    Atividades Profissionais: Organização e higiene do setor. Reposição de produtos no setor e nas vitrines. Atendimento ao cliente Experiências e/ou Qualificações: Não é necessário experiência. Informações adicionais: Ter disponibilidade de horário. Regime de contratação: CLT São Paulo - SP
  • Analista Contábil Fiscal -
    Atividades Profissionais: Atuar com a conciliação contábil, escrituração fiscal, elaboração das obrigações acessórias, lançamento de dados em sistema, entre outras atividades. Experiências e/ou Qualificações: Experiência na área contábil. Regime de contratação: CLT Porto Alegre - RS
  • Estágio em Física -
    Atividades Profissionais: Lecionar aulas de Física. Experiências e/ou Qualificações: Nenhuma experiência requerida. Informações adicionais: Horário: 14h às 18h, local: Asa Norte. Brasília - DF
  • Atividades Profissionais: Atuar em casa de repouso com cuidados básicos, auxiliar com os medicamentos, atender aos responsáveis quando necessário, entre outras atribuições. Experiências e/ou Qualificações: Experiência na área. Regime de contratação: Autônomo São Paulo - SP
  • Corretor de Imóveis -
    Atividades Profissionais: Atendimento ao cliente, vendas e prospecção de vendas. Experiências e/ou Qualificações: Experiência autônomo com vendas. Porto Alegre - RS
  • Vendedor de Planos de Saúde -
    Atividades Profissionais: Realizar vendas planos de saúde e odontológico por telefone para empresas grandes, médias e pequenas, prospecção de clientes. Experiências e/ou Qualificações: Experiência com venda de serviços. Informações adicionais: Salário fixo + comissão. São Paulo - SP
  • Estágio de Cobrança -
    Atividades Profissionais: Realizar cobrança por telefone ativo e receptivo de produtos massificados. Experiências e/ou Qualificações: Não é necessário experiência. Informações adicionais: Comissão + Ajuda de custo. Regime de contratação: A combinar São Paulo - SP
  • Estoquista -
    Atividades Profissionais: Atuar com arrumação de estoque e separação de produtos, controle de entrada e saída de produtos. Experiências e/ou Qualificações: Não é necessário experiência. Regime de contratação: CLT Goiania - GO
  • Auxiliar de Recursos Humanos -
    Atividades Profissionais: Realizar todo o acompanhamento de colaboradores na loja, controle e manutenção de pontos, resolução de conflitos, controle de uniforme e demais procedimentos da área de recursos humanos. Experiências e/ou Qualificações: Necessário experiência na função Pinhais - PR
  • Estágio em Enfermagem -
    Atividades Profissionais: Atuar como estagiário na área de Enfermagem. Experiências e/ou Qualificações: Nenhuma experiência requerida. Informações adicionais: Horário: 8h às 14h ou 14h às 20h. Brasília - DF
  • Auxiliar de Limpeza -
    Atividades Profissionais: Realizar a limpeza e conservação de um call center, fazer café quando necessário. Experiências e/ou Qualificações: Desejável experiência com limpeza de empresa. Regime de contratação: Autônomo São Paulo - SP
  • Atividades Profissionais: Atuar com rotinas administrativas, rotinas financeiras (contas a pagar, receber), emissão e lançamento de notas fiscais. Experiências e/ou Qualificações: Experiência com contas a pagar e contas a receber e em conciliação bancária. Regime de contratação: CLT Curitiba - PR
  • Atividades Profissionais: Responder pela área de segurança da empresa. Experiências e/ou Qualificações: Experiência na área. Sobral - CE
  • Mecânico de Refrigeração -
    Atividades Profissionais: Responsável pela manutenção preventiva e corretiva de equipamentos de ar condicionado, efetuar manutenção em Selfs, Fancoils, bombas de água gelada e de condensação, troca e limpeza de filtros, troca e ajustes de correias, manutenção em chillers, troca de gases de refrigeração, conserto de equipamentos diversos, tais como splits e aparelhos de janela (ar condicionado), geladeiras, frezers e câmaras frias, instalação de dutos de ar condicionado, realizar testes no sistema de refrigeração. Experiências e/ou Qualificações: Com experiência como mecânico de refrigeração. Regime de contratação: CLT Rio de Janeiro - RJ
  • Vendedor de Consórcio -
    Atividades Profissionais: Realizar vendas de consórcio automotivo, atendimento ao público, vendas internas e externas. Experiências e/ou Qualificações: Com ou sem experiência, a empresa oferece todo o treinamento necessário. Informações adicionais: Salário Fixo: R$ 800,00, + comissões podendo chegar em um valor de R$ 2.000,00 á R$ 6.000,00. Atuar em cidade nova/Manaus Manaus - AM
  • Técnico em Processos Industriais -
    Atividades Profissionais: Realizar preparo de soluções, analisar as etapas do processo de fabricação de açúcar e álcool, atuar desde a matéria prima ao produto final. Preparar os reagentes químicos para as análises laboratoriais e para a utilização no processo produtivo, assegurando que estejam dentro das especificações técnicas. Experiências e/ou Qualificações: Desejável experiência na área. Informações adicionais: Possuir CNH categoria A. Regime de contratação: CLT Serrana - SP

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  • Empregos Inusitados: entrevista com uma ex-vendedora de churro e ostra

    Empregos Inusitados: entrevista com uma ex-vendedora de churro e ostra

    Finalizando nossa série sobre empregos inusitados, publicamos hoje nossa última entrevista. Ao contrário de todas as outras, que versavam sobre profissões e áreas pouco celebradas ou comentadas, nossa conversa com Leticia Conca, estudante de design gráfico na Universty Of Arts London, aborda um emprego aparentemente comum: o de vendedora - que de "comum", no caso dela, tinha apenas a função de vender, tendo em vista que, no passado, ela vendia... Ostras e churros! Leia abaixo a entrevista que fizemos com ela. Leticia, você já vendeu churros e ostras, e hoje estuda design e mora em Londres. Sua carreira é o que a gente pode chamar de inusitada. Sempre foi assim? Qual foi seu primeiro emprego? Meu primeiro trampo foi no Brasil, mais precisamente em Santo André (onde nasci). Eu tinha 17 anos e trabalhava numa lojinha de conveniência do posto de gasolina perto da minha casa... Hahaha. Falando sobre sua experiência como vendedora, como que as pessoas reagem quando você conta que vendia produtos tão incomuns? Quando eu menciono churro e ostra os brasileiros realmente ficam com cara de "hãn???" e quando digo que vendia o churro no meridiano de Greenwich, a coisa se torna ainda mais insólita e surreal, mas acontece que o mercado onde eu vendia churro era mesmo ao lado de onde tem o famoso meridiano. O trampo das ostras também desperta interesse nas pessoas, principalmente em saber se eu não ficava com cheiro de peixe nas mãos o dia inteiro e se eu vendia champagne junto com as ostras (o que não acontecia, já que eu vendia as ostras num mercadinho super hipster de Londres e vender champagne seria "bourgeois" demaaaais pra hipsteraiada, haha). Aliás, o que te levou a trabalhar com isso? Você gostava? Te digo sinceramente que trabalhar com o público não é a coisa que mais gostei de fazer da vida, viu? Não é muito pra mim porque não tenho paciência pros melindres dos clientes. Mas eu tenho uma coisa muito boa: eu disfarço muito bem. Então meus chefes sempre elogiaram a forma como eu atendia, diziam que eu era super educada e simpática, mas era tudo fachada - risos. Eu escolhi esses trabalhos por falta de outra oportunidade. Na época eu não apenas era estrangeira e morava fora do Brasil, como meu inglês ainda não era perfeito (era bom o suficiente pra servir clientes, mas não bom o bastante para trabalhar em um escritório ou algo que exigisse mais vocabulário). Então eu pegava qualquer emprego que aparecesse. E dava dinheiro? Dava muito dinheiro... Principalmente pros meus chefes! Pra mim dava o suficiente pra pagar meu aluguel, comer, e dar uma saidinha com os amigos de vez em quando. Mas você se divertia sendo vendedora? Qual era a pior e a melhor coisa de fazer o que você fazia? A pior coisa em trabalhar como vendedora são os clientes. E a melhor coisa também. Porque ao longo de um dia de 8 horas vendendo você acaba conversando com todo o tipo de gente: gente bacana, simpática, educada, etc, e também com gente grossa, intransigente, esnobe, etc. É um excelente exercício pra se aprender a lidar com todo tipo de pessoa e se tornar uma pessoa mais flexível e aberta. Qual sua formação? Na época que você vendia ostra e churro você estudava? Tinha feito algum curso específico sobre venda? Na época em que eu vendia as ostras e os churros eu tinha apenas a faculdade de Ciências Sociais incompleta no Brasil (deixei o curso no meio do segundo ano e vim embora pra Londres). Eu nunca fiz nenhum curso de vendas... Tinha feito curso de Bartender no Senac mas trabalhei apenas uma vez como bartender por menos de um mês. Já rolou alguma história ou situação muito engraçada que você lembre com carinho até hoje? Olha, aconteciam muitas coisas engraçadas na barraca do churro porque o chefe era uma figura... Mas acho que a história que melhor me lembro não é engraçada e aconteceu na barraca das ostras. Logo no começo eu tinha muita dificuldade pra abrir as ostras: meus braços e dedos doíam. Então eu cheguei para a gerente e disse pra ela "será que você poderia me dar uma faca diferente? Essa daqui parece estar meio ruim para abrir as ostras". A gerente, uma inglesa de pouquíssimos amigos, virou pra mim e disse "um trabalhador ruim sempre coloca a culpa nas ferramentas que usa" (a bad workman always blames his tools). Na hora eu fiquei com muita raiva dela, mas hoje em dia percebo como ela tinha razão no que disse pois afinal de contas não havia nada de errado com a faca, eu é que não tinha a prática e o jeito de fazer a coisa... mas depois de muitas ostras, aprendi a manha e abria tudo rapidinho, sem problema nenhum! por: Thiago Dantas. Veja aqui vagas de empregos para a área de...

  • Empregos Inusitados: entrevista com uma professora de dança

    Empregos Inusitados: entrevista com uma professora de dança

    Dando prosseguimento a nossa série de matérias sobre empregos inusitados, conversamos hoje com uma professora de dança. A dança é uma das artes mais antigas e interessantes que se tem notícia. Sem precisar de nenhum suporte além do próprio corpo de quem executa, a dança encanta por seus movimentos, sua simbologia, e por ser uma atividade física divertida e leve. Para muitos, o ato de dançar é apenas um passatempo. Mas não para Mychelle Dantas, uma carioca que tem em suas veias dom e talento, que se apresentou na cerimônia de encerramento da última Copa do Mundo, e que fez da dança sua profissão. Leia abaixo a entrevista que fizemos com ela. Como é trabalhar com algo tão... Diferente? Olha, trabalhar com dança é o que me move, literalmente. Nos dias mais cinzas, em que não quero levantar da cama, o senso de responsabilidade pelas pessoas e o papel da dança na vida delas é o que me guia. E com isso, a dança me transforma, porque ao exercer esta mudança positiva na vida do outro, tenho ela de volta na minha. E como as pessoas, em geral, encaram sua profissão? Qual é a primeira reação que elas tem quando você conta como ganha a vida? Há duas reações principais, muitas vezes tidas em conjunto; "você trabalha com dança e faz mais o que?","nossa, mas você é tão inteligente?" "não é uma coisa certa, né, e no futuro?"... E também costumam dizer "que show!", "quem dera se eu pudesse trabalhar com o que gosto!", "você que é feliz!"... Você é feliz mesmo? Qual a melhor e qual a pior coisa de ser uma professora de dança? A melhor coisa é ver o que está ensinando acontecendo na hora, e ter o feedback positivo dos alunos em forma de carinho e gratidão. Talvez a pior é a dureza encontrada nas artes, falta de valor financeiro que leva a uma vida oscilante em vários quesitos. Pois é. Ainda bem que você tocou nesse assunto. É possível viver de arte? Ensinar as pessoas a dançar dá dinheiro? Se arte no Brasil dá dinheiro? A dança é a prima pobre das artes, e a dança de salão é a prima pobre da prima pobre. Existem algumas tabelas nos Sindicatos que visam determinar um piso salarial, mas dificilmente elas são praticadas. No mundo real se trabalha muito com porcentagem, e os valores variam de estado a estado... Se adaptando, dá até pra viver modestamente. Falando sobre o mercado de trabalho, ele está favorável para professores de dança? Qual sua formação? E quais são os requisitos que o mercado exige para quem deseja entrar nessa área? Sempre existe trabalho; mas também há quem não queira pagar honestamente e quem aceite qualquer vintém. Sobre a dança em si, por ser uma profissão nova, embora tenha registro no Ministério do Trabalho, ela ainda é de certa forma informal. Existe faculdade de dança, porém, sem ênfase em dança de salão. São mais cursos livres. Eu fiz um Curso de Extensão em Dança de Salão que foi uma iniciativa da Associação Nacional de Danças de Salão. Esse curso contou com diversos profissionais que atuam em universidades e matérias complementares a dança, que iam de História da Arte a Psicomotricidade. E como você virou professora de dança? A dança fez parte dos meus sonhos de Sessão da Tarde dos anos 80 e seus filmes no tema. Fiz um pouco na escola, mas era caro para realidade da família, então a continuidade e principalmente as apresentações não cabiam no orçamento, deixei pra lá. Eu tive uns problemas sérios no trabalho (trabalhava no comércio) e fiquei deprimida, então resolvi mudar de ramo. Encontrei uma vaga de recepcionista, fui e era uma escola de dança. Era ótimo estar naquela ambiente, mas poucos meses depois que entrei o apartamento da minha família pegou fogo, então tive que mudar mais uma vez de emprego para ajudar na reconstrução. Nisso a academia fez uma festa para me presentear com enxoval e coisas que perdi, e o dono ofereceu aulas gratuitas para eu relaxar a noite. Na primeira eu fugi, não me sentia capaz. Depois ele insistiu, eu voltei e em outra modalidade exercia muito bem minha memória e capacidade de transmitir o aprendido, então ele me ofereceu uma bolsa de estudos e não parei mais. E pensar que um ano antes, assistindo Dirty Dancing, enquanto pensava "é, a dança vai ficar para próxima vida!"... E hoje em dia cheguei a dançar no Maracanã no encerramento da Copa do Mundo. Dá pra acreditar? por: Thiago Dantas. Cadastre seu currículo na Manager Online e tenha acesso a milhares de vagas de...

  • Empregos Inusitados: entrevista com um sinalizador ambiental

    Empregos Inusitados: entrevista com um sinalizador ambiental

    Há coisas tão presentes em nosso cotidiano que a gente mal nota. Detalhes que nos acompanham por nosso caminho diário, que nos seguem em elevadores e, às vezes, em cinemas e locais de lazer. Detalhes que, de tão acostumados que estamos, se tornam invisíveis. É curioso pensar que alguns deles tem como função justamente o oposto: tornar visível, ou melhor, perceptível as coisas para quem possui alguma deficiência visual. Seguindo nossa série de entrevistas com profissionais que trabalham em atividades tidas como "inusitadas", conversamos com Lucas Costa, um paulistano, que é bacharel em desenho industrial, e especialista em fazer placas de sinalização ambiental.   Lucas, o que você faz exatamente e onde você trabalha? Trabalho em uma empresa de sinalização ambiental (e tenho que explicar aqui que não tem a ver com ecologia, e sim com placas de sinalização como aquelas que encontramos nas estações de metrô) no setor de acessibilidade. Os clientes entram em contato com a empresa e o meu trabalho é a partir da identidade visual deles desenvolver uma sinalização para pessoas com deficiência visual. Tenho que seguir as especificações das normas da ABNT 9050 em todos os trabalhos, quase como em um TCC mas com menos pressão. Normalmente é tranquilo porque a maior parte é adequação, mas às vezes surge a oportunidade de criar layouts do zero - ou quase - a partir de especificações que o cliente envia. Como as pessoas reagem quando você conta o que faz? "Como assim?", "sério isso?" e "me explica melhor", geralmente é o que escuto quando conto que trabalho com braille. Pra mim é ótimo porque sou tímido e quando não conheço alguém já é assunto para quebrar o gelo, haha. Qual sua formação? E quais são os requisitos que o mercado exige para quem deseja entrar nessa área? Sou Bacharel em Desenho Industrial(PV) pela UEL (basicamente: design). Caí de paraquedas na profissão, mas pelo que aprendi fazendo o importante é ter uma boa capacidade de síntese visual, ou seja tem que saber fazer um projeto gráfico. Saber interpretar normas técnicas e estar prestando atenção em detalhes e medidas. As máquinas de gravação possuem programas próprios e acho que não tem cursos para isso, a primeira (que era uma máquina pequena, dava até pra ter em uma oficina casa) aprendi mexendo e a segunda (já tamanho industrial) com um técnico que veio dos Estados Unidos fazer a instalação. E  desde quando você trabalha com sinalização em braille? Estou há dois anos trabalhando com isso, não sabia nada e nem fiz curso quando comecei. Na verdade, eu ia trabalhar como arte-finalista e acabou que precisavam de alguém para cuidar desta parte da empresa... E como eu conseguia me virar assumi o setor. Como está o mercado hoje para profissionais como você? Nossos maiores clientes são as construtoras. Faço trabalhos para várias regiões do Brasil, porém é um serviço tão específico que a não ser que você já tenha contatos dentro deste negócio não vale a pena investir muito. Um projeto realizado vai levar algumas décadas para ser trocado ou reparado. Na minha opinião existem poucos profissionais no Brasil, mas o suficiente para atender a demanda. E dá dinheiro? Dá dinheiro não! Basicamente é um trabalho de operador gráfico. Aqui na firma ainda acumulo mais umas funções... Qual a melhor e a pior coisa de fazer o que você faz? Melhores coisas: é um serviço simples, tenho certa estabilidade dentro da firma e posso brincar com layouts de vez em quando. Piores coisas: discutir com engenheiros e arquitetos sobre o que seria mais prático para um usuário com deficiência. por: Thiago Dantas. Acesse o site da Manager Online e inclua seu...

  • Empregos Inusitados: entrevista com uma jornalista de celebridades

    Empregos Inusitados: entrevista com uma jornalista de celebridades

    Há quem diga que a profissão dos jornalistas é uma das mais importantes de todas - afinal, é através de profissionais da área que as pessoas comuns tomam conhecimento dos fatos que ocorrem ao redor do mundo, se informam e constroem seus pensamentos e filosofias. Dentro desse universo, há um grupo bastante especial que atua sob um prisma que, para alguns, é superficial e limitado, mas que é, para a maioria, divertido, leve e interessante. Estou falando sobre os jornalistas de celebridade - que, entre outras coisas, cobrem o dia a dia dos famosos e noticiam, mais do que qualquer outra coisa, temas de interesse humano. Para entender melhor esse segmento da profissão (não, não é fofoca), conversamos com Bárbara Vieira - uma jornalista que trabalha em um dos maiores sites do gênero no país.   Como as pessoas reagem quando você conta o que faz? Imagino que por ser algo pouco ortodoxo as pessoas fiquem interessadas, talvez com cara de "hãn?"... Isso acontece muito? Você acha que sua profissão é mal vista? A maioria acha divertido, interessante. Acho que o jornalismo de celebridades tem ganhado espaço nos últimos anos, as pessoas têm percebido que ler sobre o assunto não as torna menos inteligente. Mas algumas pessoas ainda acham que é um tipo de jornalismo menor, sim, e já cheguei a ouvir que eu sou capaz de apresentar programas de TV ou escrever sobre assuntos mais "sérios", como se o que eu fizesse fosse mais fácil ou menos valorizado. E seu dia a dia é fácil? Conta um pouco da sua rotina de trabalho. Trabalho oito horas por dia numa redação, com uma hora de intervalo para almoço. Como é site, a escala de horários é bem respeitada. Uma vez por mês, no mínimo, há um plantão no final de semana, de forma que trabalho, às vezes, 12 dias direto, sem folga. Também não tem folga em feriado, seja Natal, Réveillon, ou nos jogos da Copa. Fora isso, nossas fontes procuram a gente nos horários mais improváveis: aos sábados à noite, por exemplo, eu sempre recebo um whatsapp de algum personagem... E dá dinheiro? Não é uma profissão para quem quer ganhar bem, definitivamente. O piso é R$ 2.300,00 para 5 horas de trabalho e R$ 3.700,00 para 7, mas não é raro que paguem bem menos por aí. Fora que as empresas de comunicação têm cada vez mais investido em contratos de PJ (pessoa jurídica) em detrimento dos contratos CLT. Como você caiu nesse mundo? Fiz um curso sobre jornalismo prático e popular com a editora de economia do Agora SP em 2009. Ela gostou do meu texto e me chamou pra fazer um teste no grupo Folha. Passei e fui trabalhar lá. Qual sua formação? E quais são os requisitos que o mercado exige para quem deseja entrar nessa área? Minha formação é em Letras na UNESP (Universidade Estadual Paulista). Não é muito comum entrar no jornalismo sem ter formação na área, ainda que a exigência do diploma esteja em suspenso por enquanto, porque os próprios jornalistas têm muito preconceito contra quem não tem o diploma na área. Como está o mercado hoje para profissionais como você? Aquecido? Saturado? Carente de profissionais? Volta e meia acontecem uns cortes nas empresas. Há alguns anos o mercado está saturado, há a inegável crise do jornalismo impresso e os sites têm sobrevivido com cada vez menos pessoas fazendo mais coisas. Para quem está começando, está difícil mesmo, mas também tenho visto bons profissionais, com experiência, que recebem convites e trocam de emprego porque há uma demanda, sim. Qual a melhor e a pior coisa de ser uma jornalista de celebridade? É muito legal estar em contato com tantas pessoas diferentes todos os dias. Contar boas histórias, revelar a pessoa por trás da menina que faz tudo pela fama, por exemplo. É um tipo de jornalismo de entretenimento, divertido de ler, e portanto de fazer. O pior é o pior da profissão como um todo, escala de trabalho pesadas, trabalhar no Réveillon, estar numa megafesta a trabalho... Tem alguma história engraçada que você se orgulhe de ter coberto ou algo inusitado que aconteceu enquanto trabalhava? Não tem uma pessoa não tenha ouvido a história da Geisy Arruda, que disse que o que ela tinha "era uma couve-flor, não uma vagina" antes de fazer a cirurgia íntima. Foi um furo meu a entrevista que ela deu falando sobre isso. Depois que saiu no site em que trabalho, a Geisy me contou que todos os outros veículos de imprensa começaram a ligar pra ela querendo que ela repetisse a mesma coisa da couve-flor, mas ela não queria repetir porque estava sem graça e pra mim tinha falado daquela forma porque se sentia à vontade e éramos amigas. Também acho importante fazer um texto sempre respeitoso com o personagem, tanto que às vezes a empatia criada durante a entrevista fica clara no texto. por: Thiago Dantas. Acesse o site da Manager e veja vagas na área de...

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